Atitude: Assine já para não se arrepender mais tarde…

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Ulisses Wehby de Carvalho

Embora o tom seja um tanto agressivo, admito, o título deste artigo não tem a intenção de ameaçar nem de rogar praga em ninguém. Meu intuito é apenas chamar sua atenção para algo possível e, por que não?, quase provável. São 26.234 pessoas que recebem as atualizações do blog Tecla SAP por e-mail ou via RSS feed (clique aqui se você ainda não sabe o que é isso).  Aliás, o Thiago Mobilon, do TecnoBlog, publicou aqui uma lista com os blogs brasileiros e seus assinantes de feed. Você já parou para pensar sobre qual a probabilidade de um desses assinantes estar concorrendo à mesma vaga no vestibular para aquele curso que você tanto quer? E se uma destas pessoas também estiver de olho na mesma promoção na sua empresa? Antes de você dizer “vira essa boca pra lá”, eu digo “vira o seu mouse pra cá”!

Essa situação me fez lembrar de uma matéria veiculada na TV canadense durante a preparação dos atletas para os Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996. Diga-se de passagem, o mundo esportivo sempre oferece lições de superação, esforço e dedicação que podem ser aplicadas em qualquer outra atividade. Não me recordo dos pormenores do caso, apenas do que disse uma remadora no final da reportagem. Ela havia perdido a final em Barcelona 1992 por uma fração de segundos e estava determinada a conquistar o ouro em Atlanta. Mesmo tendo sofrido um acidente que colocou em risco sua participação nos jogos, ela afirmou que não deixaria de treinar com o mesmo empenho porque não conseguiria viver com a possibilidade de perder novamente por 1 segundo, caso não se dedicasse ao máximo nos treinamentos. Disse que se cumprisse à risca as determinações de técnico, nutricionista, fisiologista, além dos horários de treinamento e repouso, e ainda assim voltasse a ser derrotada, poderia dormir tranqüila porque saberia que chegou ao seu limite e perderia para alguém mais bem preparado. É da vida, faz parte do esporte.

Por outro lado, se deixasse de treinar com afinco e dedicação, mesmo que por alguns momentos, e deixasse o ouro escapar novamente, jamais teria condições de reponder a pergunta: e se eu tivesse me dedicado um pouco mais, se não tivesse me atrasado naquela manhã etc., eu ganharia a medalha de ouro?

Não preciso dizer que estar com o inglês afiado ou não pode fazer a diferença entre sair vitorioso e ficar arranjando desculpa para explicar o imponderável na sua vida acadêmica e/ou profissional.

Agora responda para si mesmo: qual é a cor da minha medalha? O que estou esperando para me cadastrar? Juro que vou me emocionar quando você estiver no pódio e começar a cantar “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas… de um povo heróico o brado retumbante…” 😉

Abraços a todos