• Operador, como vai?

    Muito obrigado pelo interesse no Tecla SAP. Assista ao vídeo: “A ou AN: como usar o artigo indefinido em inglês?” em https://youtu.be/_6Jivvu9–8

    Abraços

  • Wadson, tudo bem? A gente tem mais é que aproveitar as adversidades como ensinamentos. Nesse caso, a lição é: estimule a comunicação oral dos seus alunos! Obrigada pelo comentário. Abraços.

  • Karneiro

    Adriana, parabéns pelo excelente artigo.
    Realmente não existe nada mais ‘esfriante’ para aquele que está aprendendo um novo idioma (ou até qualquer outra habilidade) do que ter
    alguém atrás dele o corrigindo ‘no ato’.
    Acho o recurso de echoing muito bem apropriado para uma correção qualquer. Ás vezes, mesmo até sem ênfase ao elemento a ser corrigido. Basta uma repetição normal (ou duas) do termo a ser corrigido, e o aluno curioso e interessado irá aprender sem dor nem trauma nenhum.
    Mais uma vez, parabéns pelo brilhante artigo.
    Keep up the good work.

    • Karneiro, tudo bem? Também uso bastante esta técnica e vejo na prática como dá bons resultados. Aliás, tive um professor brilhante, com quem aprendi muito do que hoje utilizo na correção dos meus alunos. Obrigada pelas palavras simpáticas e volte mais vezes!

  • Olá, Leonardo, tudo bem?

    O seu relato, na verdade, é mais comum do que você imagina. Já tive vários alunos que me fizeram o mesmo pedido, baseados nas mesmas justificativas. Entendo que a correção imediata apresenta um resultado também imediato que é muito mais facilmente notado pelo aluno. O que passa despercebido são os ganhos a médio e longo prazo. Por exemplo, em interações fora do ambiente escolar, dificilmente as pessoas vão te corrigir daquela forma (soa rude e arrogante); intuitivamente, os falantes (não-professores) corrigem de outras formas que não a imediata – observe como isso acontece mesmo em português! Note que no item 5 de “Como NÃO corrigir…” menciono que em alguns casos a correção imediata se faz necessária e muito útil; em outros, ela não passa de um empecilho para a comunicação e construção do raciocínio lógico. Alguns alunos, como você, lidam bem com interrupções e correções a cada “deslize”, por menor que seja – é uma vantagem que você leva no seu processo de aprendizado! Para outros, porém, é uma tortura, o que os leva a simplesmente desistirem de tentar. É fundamental que o professor tenha sensibilidade para priorizar o que é realmente importante no desempenho do aluno a cada momento!

    Os alunos nos pedem muitas coisas diferentes; por exemplo, sempre traduzir tudo o que se diz em sala, passar mais tarefas para casa, nunca passar tarefas para casa… Todos eles têm justificativas plausíveis do seu ponto de vista – as quais eu entendo perfeitamente! Porém, cabe ao profissional analisar se, ao atender essas solicitações, estará proporcionando o melhor ambiente de aprendizado possível para o seu aluno.

    Abraços!

  • Gustavo Freitas

    Como sempre ótimas dicas para todos que ensinam ou aprendem inglês.
    Muito bom. Parabéns.

  • Anita Di Marco

    Muito bom. Esse ‘conter o ímpeto’ de corrigir os alunos logo após a inadequação foi a primeira coisa que tive que corrigir há alguns anos. Outro texto SVU- Simple and Very Useful!!! Abraços,
    Anita

    • Olá, Anita. É difícil conter esse ímpeto, mas ver os alunos progredindo com os próprios esforços não tem preço! Abraços.

  • Edna Carvalho

    I’d like that I have had teachers like that when I was child.Congratulation for the excellent post

  • Cristina Moura

    Adriana e Ulisses, muito bom o texto, reconheci vários bons profs. nas dicas!

    • Cristina, que bom que você está cercada por profissionais que acreditam no potencial dos seus alunos! Volte mais vezes!

  • Ivana Fricke Rebello

    Adorei o texto! Parabéns! Acho que uma das melhores dicas é “deixe o seu aluno brilhar”, nesses momentos o professor não precisa mostrar o quanto ele sabe (se ele é o professor isso é meio que óbvio). Outra dica fantástica é a técnica do “echoing”. Eu usei isso para ensinar meus filhos a falar e foi muito positivo.

    • Ivana, suas palavras são certeiras! O professor que realmente deseja dar autonomia aos seus alunos adora a postura de facilitador, muito mais do que de provedor. Abraços!

  • Patrícia Silveira

    Ai, Adriana, ouvi tanto ‘erro de nível básico’, ‘questão trivial’ e ‘ridículo’ na minha graduação, que perdi a conta 🙁 At least, it’s over now.
    Excelente texto e vale para todo tipo de ensino, não só do inglês!

    • Verdade, Patrícia! Todos nós deveríamos estar abertos a ouvir antes de julgar, especialmente os educadores! Obrigada pela sua
      contribuição!