• Poliana,

    Thanks for taking the time to write to us. That’s very kind of you.

    Take care

  • Ivan Silva

    Ótimo artigo, sempre quis saber o que as revistas informam que tal pessoa é low profile, mas vejo que as pessoas de outros países misturam algumas frases com outra língua estrangeira, vão falando e soltam os seus termos, conversam em árabe e dizem bye, até um “yalla, yalla” “vamos, vamos” no meio das frases em português.

  • neusa aparecida cardoso da silva

    Dear: tem um erro de datilografia no seu texto acima. Deve-se dizer “esforço despendido” e não “esforço desprendido” como constou. Abraço e obrigada por seu inestimável trabalho.

    • Neusa,

      Muito obrigado pela contribuição. O texto já foi corrigido. Volte sempre!

      Abraços a todos

  • Luiz Mourão R.Jr.

    Gostei muito deste seu artigo. Os professores de antigamente(10 anos, se tanto) respeitados que eram nas salas de aula passavam oralmente a nossa língua aos alunos. Hoje, derrotados pela pressão informática e televisiva, ouvem e são quase obrigados a utilizar palavras e expressões erradas, mas consagradas, para se fazerem entender. Sua postura e maneira de pensar merece divulgação.Obrigado

  • Alexandre

    Ah, lembrei de um episódio que aconteceu com um brasileiro nos Estados Unidos logo após o incidente de 11 de setembro. Ele estava levando uma “bomba” (pump) em sua bagagem e quando foi perguntado pelo pessoal do aeroporto sobre o conteúdo, respondeu que era uma “bomba” (bomb), o que, nem preciso dizer, que causou um alvoroço danado no aeroporto. Na minha opinião esse é um caso típico de falso cognato devido à semelhança de grafia e fonética. É claro que, como profissional de tráfego aéreo, às vezes me deparo com algumas coisas do tipo “We have a suspect of hydraulic pump failure…” e “we have a suspect o bomb on board…”. A primeira é a “bomba hidráulica” e a segunda é a “bomba que faz booom” (rsrsrs). Nesse caso deve-se tomar muito cuidado na hora de escolher a palavra correta pois, como aconteceu com o brasileiro, pode acontecer com qualquer um e imagine como será para explicar isso?

  • Alexandre

    Bom dia. Gostei bastante do texto. Palavras que podem nos induzir a erros existem em todos os idiomas e no ingles não é exceção. Sou profissional de tráfego aéreo e estou sempre me deparando com palavras pronunciadas erradas ou ditas de forma incorretas pelos controladores que trabalham comigo. A mais comum para nós é “instrument”, que pode ser usada para a parte física dos aviões ou para se referir a condições atmosféricas. Exemplo: ” Não estamos recebendo seu transponder. Verifique seu instrumento de bordo.” e “Aeroporto Iinternacional de São Paulo está operando por instrumentos com teto de 500 pés e visibilidade horizontal de 800 metros.” A maioria acha que se pronuncia como em português, “instrúment”, com acento no “u” mesmo, quando o certo é “Ínstrumênt”.Outro dia me deparei com uma dúvida. Um controlador queira dizer ao piloto o seguinte: “talvez o senhor devesse reduzir sua velocidade para não precisar fazer uma espera sobre a posição X.”. Ele ficou na dúvida entre “maybe”, “perhaps”, “reduce” e “decrease”. Ai ele falou assim: “perhaps you can reduce your present speed for not circling over the position X.” Como eu também tínha dúvida sobre essas palavras, disse a ele que, nesse caso, poderia usar ambas que teriam o mesmo significado e o piloto entenderia facilmente. Minha supresa foi que o piloto retrucou um “say again” bem alto. É claro que nenhum controlador de voo no Brasil é 100% fluente em inglês para escolher a melhor expressão. Então o controlador repetiu e o pilot, num tom de acho que ele disse isso, respondeu que iria reduzir a velocidade. Então fica minha dúvida: como eu poderia dizer essa frase sem causar desentendimento? Estou gostando muito de visitar esse blog. Tem me ajudado muito em meu trabalho e também em minha vida pessoal. Estão de parabéns. Obrigado

  • Adalberto

    Eh realmente engracado essa coisa de falso cognato. Moro no Canada e namoro uma canadense aqui. Certo dia, enquanto estavamos comecando o relacionamento, conversavamos sobre namoro, quando ela me dizia que nao gostava de ser “compromised”… Eu que jah estava apaixonadinho.. fiquei meio triste pensando que estava levando um fora.. “Ela nao estah afim de compromisso”, pensei..
    A gente jah saia fazia algum tempo, trabalhavamos juntos e ela jah conhecia quase todos os meus poucos amigos. Disse pra ela que soh achava estranho quando alguem perguntava o que nos eramos e eu dizia que eramos amigos, foi quando ela, depois de um susto, me perguntou: “Voce tah dizendo que somos amigos???”.
    Fiquei espantado com aqueles olhos azuis surpresos e disse que nao sabia o que falar e agora que ela disse que nao queria nenhum “commitment”, era o que eu iria dizer.
    Foi quando ela me explicou a diferenca entre “to compromise” e “commitment”.

    =]

    • Ulisses

      Adalberto,

      Obrigado pelo depoimento. Seu relato comprova que não basta morar no exterior para estar imune à interferência dos falsos cognatos. É preciso estar sempre alerta para evitarmos mal-entendidos.

      Abraços a todos

  • Ulisses

    Brenda,

    Obrigado pelo comentário. De quais palavras?

    Abraços a todos

  • brenda pn

    ai adorei td foi uma boa ajuda
    mais precisa de mais palavras

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    Eden,

    Obrigado pelo comentário acima. Confesso que não conhecia o termo “logofar”. Suponho que deva existir “logonar” também, né? 😉

    Abraços a todos

  • eden

    Algumas palavras realmente chegam a doer nos ouvidos, e olha que particularmente sou bastante generoso em aceitar alguns despautérios. Trabalho na área de informatica e neste meio, palavras em inglês são amplamente utilizadas. Mas a pior, sem sombra de duvidas, é LOGOFAR (do LOG OFF utilizado em sistemas).

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    Nelson,

    Obrigado pela participação e pelo comentário. Espero que você consiga se “policiar” um pouco mais. Mas nada de exageros, ok? O “crime” não é tão feio assim… hehehe…

    Abraços a todos

  • Anonymous

    Meu caro professor..
    Eu concordo plenamente com esse seu comentário (já ia escrever “post”..)
    Como bilingue, frequentemente uso essas odiosas expressões em inglês para dizer o que já possui similar em nossa língua..faze o que..vou me policiar mais. Façamos como os Portugueses, que não caem nessa armadilha tão facilmente..
    Abçs
    Nelson