• Sieni Maria Campos

    Bacana como sempre, Ulisses. Progress, not perfection: sem nunca perder de vista que horizonte é mesmo aquela linha que, cada vez que você dá um passo adiante, avança. Mas sem neura.
    Uma perguntinha: o canguruzinho na camisa foi para brincar com o sotaque aussie? 😉

    • Sieni, tudo bem?

      Poderia muito bem ter sido, mas não foi. Juro! 😉 Era uma das camisas mais novas que eu tinha na época.

      Abraços

  • Carlos, tudo bem?

    Muito obrigado pela participação. Volte mais vezes e comente sempre que puder.

    Abraços

  • Ítalo, como vai?

    Muito obrigado pelo interesse no Tecla SAP e por contribuir com o seu comentário. Volte sempre!

    Abraços

  • Pingback: ()

  • Daniela Soares

    Eu já desisti de estudar inglês umas mil vezes por não conseguir atingir as minhas expectativas. É exatamente como você falou, a gente espera entender tudo direitinho e quando percebe que não vai conseguir fica frustrado. É uma droga! Algumas vezes eu fico tipo “Por que eu simplesmente não nasci em um país que tem o inglês como língua materna?”
    Vou retomar os estudos e tentar lembrar das suas palavras sempre que estiver a ponto de desistir.
    Obrigada por esse post MARAVILHOSO!

    • Daniela, tudo bem?

      Muito obrigado pelo comentário. É mesmo muito gratificante saber que o conteúdo do post cumpriu seu papel. Volte mais vezes para nos contar sobre a sua caminhada.

      Abraços

  • Jonatas, tudo bem?

    Muito obrigado pela participação. Volte mais vezes!

    Abraços

  • Gerd, tudo bem?

    Muito obrigado pela participação. Não confunda “legenda” com “closed caption”. A CC é usada especialmente para as pessoas que têm algum tipo de deficiência auditiva. Há inclusive outras informações sobre o que se passa no filme, como sons e ruídos (música, telefone tocando, tiros, motores, sons de pássaros etc.). O foco é proporcionar uma experiência completa para quem não ouve ou ouve mal.

    A legenda é essencialmente para o público que tem a audição normal. Sua função é a de fornecer a “tradução” do que está sendo dito da tela.

    No documentário a que assisti, somente a fala do guarda florestal era traduzida. Não era, portanto, para atender as necessidades dos deficientes auditivos.

    Abraços

  • Steph, tudo bem?

    Muito obrigado pela participação. Volte mais vezes.

    Abraços

  • Pingback: ()

  • Leo Dos Anjos

    Estranho? Ao longo desse artigo, você vai perceber que a situação não é tão *esquista* quanto parece a princípio.
    Por favor corrija a frase acima*.
    Os artigos do Tecla Sap são sempre de grande vália p) àqueles que buscam crescimento na Língua Inglesa.
    Gosto muito, obrigado galera, God bless you!!!

    • Leo, tudo bem?

      Muito obrigado por apontar o erro de digitação. Já foi corrigido. Volte sempre!

      Abraços

  • Pingback: ()

  • Pingback: ()

  • Yan, tudo bem?

    Obrigado pelo feedback simpático. Fico mesmo muito contente em saber que você se identificou com a mensagem do post. Tenha certeza de que você não está sozinho nessa parada… 😉

    Abraços

  • Pingback: ()

  • Renan, como vai?

    É bom saber que o conteúdo do Tecla SAP ajuda até quem está fora do Brasil e, em tese, está na linha de frente. Obrigado por comentar. Volte mais vezes.

    Abraços

  • Maria do Socorro

    Estou gostando muito pois não sabia nada de ingles tenho muitas.dificuldades com o som não vou desistir …

    • Maria do Socorro, tudo bem?

      Muito obrigado pelo comentário. A jornada é longa, mas também muito divertida. Enjoy!

      Abraços

  • Matheus, tudo bem?

    Sinto informar, mas o mundo caminha na direção oposta. Negar o fato é se atirar no abismo da decepção.

    O que seria mais fácil mesmo é se todo mundo falasse português, não é verdade? Mas de que adianta ficar sonhando com o impossível?

    Achar que vai aprender “‘um inglês’ de modo prático e fácil” é outra ilusão sem tamanho. Experimente passar uma semana em Londres ou Nova York para sentir na pele o que é “um inglês”.

    Pare de se iludir porque há muito mais coisa interessante fora do playground do condomínio fechado. Coloque uma mochila nas costas (literal ou virtualmente) e vá conhecer o mundo. A sensação do vento batendo na cara não pode ser descrita com palavras; tem que sentir ao vivo.

    Abraços

    • Matheus Guilherme

      bem com essa resposta eu to agora só tentando intender o que você quis dizer ou o que você achou que eu quis dizer…
      o fato de nós brasileiros aprender o inglês bagunçado é inegável, tanto é que quando brasileiros conseguem ficar fluente sem sair do brasil e viajam para o exterior, muitos além de falar um inglês misturado, falam um inglês também aportuguesado.

  • Alex, tudo bem?

    Muito obrigado pelo feedback. Se a fórmula mágica chegar por aí, me avise! 😉

    Volte mais vezes e comente sempre que puder.

    Abraços

  • MacGyver, tudo bem?

    Obrigado pelo comentário simpático. A intenção é essa mesma, ou seja, falar na lata, sem rodeios. Boa sorte nos estudos e volte sempre!

    Abraços

  • Liliane, tudo bem?

    Obrigado pelo feedback positivo. Fico contente em saber que o texto deste post tenha servido de incentivo. Bons estudos e volte sempre!

    Abraços

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    tai, tudo bem?

    Entendo perfeitamente. Aliás, em breve vamos fazer um webinário aqui no Tecla SAP com o Paul Austin, professor americano especializado em TOEFL. Aguarde…

    Abraços

  • Roberta

    Bom dia Ulisses!
    Sem dúvida, esse post é absolutamente o que a maioria de nós enfrentamos nas aulas de inglês, seja como aluno ou estando do outro lado como professor. A dificuldade ao entender os famosos listening são desafiadores mesmo, por isso, obrigado pelas dicas, muito proveitosas!

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Roberta, tudo bem?

      Obrigado pelas palavras simpáticas sobre o texto. Volte mais vezes e comente sempre que puder.

      Abraços

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    Márcio, tudo bem?

    Obrigado pelo feedback. Você salienta um ponto importante, ou seja, o grau de interesse e conhecimento sobre um determinado assunto faz com que a compreensão aumente. É natural. Sem contar outras fatores, como clareza na produção oral de quem você está ouvindo, velocidade, sotaque diferente daquele que você está habituado, entre vários outros.

    Abraços

  • Mara LÚcia Mello Bitello

    Realmente estou frustrada…é muita expectativa e na hora que a coisa não anda, bate aquela vontade de desistir! tenho dificuldade no listening também…chego a achar que sou meio retardada, às vezes. Depois que vejo a letra da música, por exemplo, me pergunto: mas como eu não escutei isso??? …mas vou seguir tentando! Vou começar as aulas aqui e voltar ao curso que tranquei!! Que bom que que você tem essa disposição pra ajudar pessoas como eu e muitos por aí!!! Obrigada!!

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Mara Lúcia, tudo bem?

      Muito obrigado pelo relato. Não se desespere porque o processo é mesmo lento e gradual. Não esmoreça porque os resultados virão.

      Obrigado pelos elogios ao Tecla SAP. Agradeço em nome de toda a equipe.

      Abraços

  • Claudio

    Ulisses, eu estava caindo em algumas armadilhas do aprendizado de inglês que você mencionou. Muito obrigado, seu site é sensacional. Um abraço.

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Cláudio, tudo bem?

      Muito obrigado mesmo pelo feeback simpático. Volte mais vezes.

      Abraços

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    Francisco, tudo bem?

    Obrigado pelo comentário e pelo elogio ao texto. Espero que, ao diminuir o seu grau de expectativa quanto ao “listening”, você tenha ainda mais ânimo para seguir estudando. Bons estudos!

    Abraços

  • Ana de Portugal

    Obrigada mesmo por este alerta. É mesmo assim:nós pomos nossas expetativas muito altas e depois assumimos que nunca iremos atingi-las. Principalmente quando não temos oportunidade de falar em inglês … O pior para mim é querer ouvir um video ou um mp3 em inglês e não entender. No youtube às vezes dá para ativar legengas mas nem sempre. Este site é maravilhoso. É bom saber que ainda há pessoas generosas 🙂 Adoro !

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Ana, tudo bem?

      Obrigado pelas palavras simpáticas e também por contribuir com o seu relato. Agradeço em nome de toda a equipe do Tecla SAP. Volte mais vezs e comente sempre que puder.

      Abraços

  • Luciana Braga

    Estudo inglês há anos… sexta-feira fui realizar meu teste para poder ter o meu tão sonhado “diploma” do curso de inglês… fui muito bem nos testes de reading, writing e speaking… já o listening… pula essa parte… pelo menos consegui o certificate… rsrsrs… passei o final de semana me condenando, pensando, puxa vida, tantos anos de estudo e fiz uma prova ridícula! O coordenador do curso me disse exatamente o que este artigo repetiu em breves palavras, mas eu não estava acreditando… Agora que li este artigo, vejo que estou no caminho certo e com o mesmo problema de vááááários estudantes. Mas vamos lá… nada que é fácil tem muito valor, já dizia o poeta!

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Luciana, tudo bem?

      Obrigado pelo relato. Só para reforçar o que o seu professor disse e o que o texto que escrevi argumenta, pense que nem os gringos se entendem 100%. Logo, não há nada de absurdo em se ter dificuldade no “listening”.

      Abraços

  • Valdelino Lourenço

    Desistir! essa palavra não existe em meu dicionario lets keep studying.

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Valdelino,

      U da man! Go for it!

      Take care

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    Verenice, como vai?

    Muito obrigado pelas palavras simpáticas. Fico feliz em saber que o conteúdo está sendo bem aproveitado. Volte mais vezes!

    Abraços

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    Gabriel, tudo bem?

    Muito obrigado pelo comentário. Seu relato ajuda a comprovar que a opção por terem legendado o guarda florestal do documentário não é infundada.

    Abraços

    • Gabriel Valentim S. Rocha

      Só para deixar um exemplo claro, que aconteceu ontem (sábado), por acaso. Estava trabalhando no Patersons Stadium no jogo entre Austrália x Irlanda, amistoso de futebol gaélico pra um evento chamado International Rules. Um irlandês se aproximou do bar e pediu uma cerveja gelada e eu não entendi. Quando não, pra minha surpresa, nem mesmo o senhor que trabalhava ao meu lado pra quem pedi ajuda (um Australiano que viveu mais de 20 anos na África do Sul) conseguiu entender o rapaz. Teve de pedir pra repetir por tres vezes (“Im sorry, I really cant understand your accent.”). Hahaha

      • Ulisses Wehby de Carvalho

        Gabriel, tudo bem?

        Muito obrigado pelo relato que complementa o texto. Volte sempre!

        Abraços

  • Luis Gustavo Seixas

    Parabéns Ulisses!!!
    Excelente post, muito bem observado e texto muito bem escrito.
    Grande abraço.

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Luís Gustavo, como vai?

      Muito obrigado pela mensagem simpática. Fico contente em saber que você gostou do texto. Volte sempre!

      Abraços

  • Tiago

    Bem, você não falou isso de forma direta, mas eu poderia subentender do seu post que nem quem é nativo em Inglês tem o nível de compreensão que nós temos em nosso idioma, o português, por causa do nível de universalização e de variantes que o Inglês conquistou?

    Ou seja, eu não devo esperar entender 100% por que nem um nativo entende? Me tire uma duvida, é possível eu adquirir então a capacidade de compreensão que um nativo tem em sua variante e região em especial?

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    Andre, tudo bem?

    Obrigado pelo comentário. Não vejo nada de errado em se aventurar nas outras variantes da língua inglesa. Só não adianta chegar com a expectativa de que vai entender tudo e, o que é pior, se frustar por não ter entendido.

    Abraços

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    Stephanie, tudo bem?

    Fico contente em saber que o texto ajudou de alguma forma em seu aprendizado.

    Sem querer desmotivar, há diferenças de sotaque bem maiores do que as que existem dentro dos EUA. Bons estudos!

    Abraços

    • Stephanie

      ah, quanto às diferenças de sotaques já percebi mesmo que são inúmeras… Só não imaginava que fosse apanhar tanto de uns e entender facilmente outros 😀

      • Ulisses Wehby de Carvalho

        Stephanie,

        A surra só está começando… 😉 Mas tudo vale a pena… Bons estudos.

        Abraços

  • pocho

    I think that an intensive course with different teachers an accents can help.It also takes a lot of patiente and dedication.

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    llevvi, como vai?

    Muito obrigado pelo relato. É bom saber que o texto o ajudou a entender a questão com maior clareza.

    Se até gringo precisa de legenda, a gente tem mais é que ficar em paz mesmo!

    Abraços

  • Ivana

    Achei excelente a exposição das dicas e resposta plausível em relação, principalmente, ao “listening”, pois na semana passada estive discutindo com uma colega de trabalho sobre as variações linguísticas que estão aí e são fato. Enviei este texto para ela a fim de ela possa abrir o leque.
    No Brasil temos experiências, nos períodos sazonais, quando aplicamos questionários aos diversos povos falantes da língua inglesa, daí o enriquecimento de aprendizado e a troca de saberes.
    Ulsses de Carvalho, você foi muito feliz em sua colocação. Parabéns!

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Ivana, tudo bem?

      Muito obrigado pelo feedback simpático. Fico mesmo muito satisfeito quando fico sabendo que o texto foi útil para as pessoas. Obrigado mesmo!

      Abraços

  • Sergio

    Interessante esse post porque trata de assunto – listening – sobre o qual ha muita controversia entre os especialistas, blogueiros e professores de Ingles,
    Ha gente que acha que se voce nao entender tudo que e dito e perda de tempo, porque nao ha aquisicao da linguagem.Um dos mais conhecidos podcasts de Ingles (eslpod, por exemplo) se enquadra nessa corrente,
    Outros, porem, entendem que devemos ouvir praticamente tudo, desde que o assunto seja de interesse do “listener”, mesmo sem entender muita coisa, com o objetivo de familiarizar-se com o ritmo, entonacao e pronuncia do idioma.
    Enquanto isso, nos ficamos meio perdidos e num dilema sem encontrar um meio-termo entre audios faceis, “but borings” e outros mais dificeis (CNN news, filmes, etc), sem ficar frustrados, com o sentimento de que nao sabemos coisa nennhuma.
    Esse post ajuda a jogar mais luz sobre o assunto.

  • Ewerton Ramos

    Parabéns! Texto muito bom mesmo!

    Confesso que me enquadrei em várias das suas afirmações, principalmente nessa do finalzinho que diz respeito aos filmes, séries. Geralmente me sinto frustrado quando não entendo detalhes (e isso acontece com certa frequência) em séries e filmes que vejo. Só aproveitando pra tirar uma dúvida. É mais adequado ver os filmes e séries sem legenda ou com legenda (em inglês)? Sei que a resposta vai ser “Depende.”, então vou especificar o motivo pelo qual pergunto isso. Geralmente tenho mais facilidade pra ler coisas em inglês do que pra ouvir e entender. Por isso tenho adotado com estratégia ultimamente assistir sem legenda, porque quando está com legenda, basicamente estou lendo. Até hoje o fato de eu perder vários detalhes me incomodava, agora vou tentar me preocupar menos com isso. Mas só confirmando, esse é um bom caminho, sem legenda? Isso me lembra aquele seu post sobre séries, que também já li, e pelo que lembro você menciona algo no sentido de assistir várias vezes, mas não sou muito chegado a ver coisas repetidas.

    Obrigado e parabéns pelo texto novamente!

  • Erlan Royo

    Excelente!!!

  • Valéria

    Meu motivo maior de desistir do inglẽs é que sou muito lerda no listening…ou pelo menos até agora achava que era.
    Amei este post e é por causa dele que vou tentar mais uma vez.
    Obrigada

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Valéria, tudo bem? Satisfação maior do que um comentário como o seu não existe para o blogueiro. Boa sorte nos estudos! Depois volte para nos contar o desenrolar dessa história. Obrigado! Abraços a todos

  • Eu ja “desencanei” do listening total há muito tempo. Essa de querer entender até as virgulas e traduzir 100% fielmente do que um nativo esta dizendo já não faz mais parte das minhas metas. É certo que quando estou estudando propriamente o listening em podcasts, entrevistas, filmes, musicas, etc, eu estudo letra por letra, palavra por palavra, expressão por expressão, frases por frases. Busco entender 100% dos sons, mas fora do campo de estudo, eu não me importo mesmo! – I don’t care!

    • Anelice Lorain Seriun

      U R WRONG BZ IF U DONT CARE FOR THE LISTENING SO U WILL FAIL SURELY
      THINK ABOUT IT , HOW COULD U SAY ONE WORD CORRECTLY IF U DONT KNOW ITS SOUND ,,,,,STRANG ISN´T IT?