• Thank you! My pleasure! Take care

  • Marcos Antonio Torres Cezário

    Dicas muito importantes e necessárias..
    Thamk You.

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  • Yan Ton

    Adorando muito.

    As dicas são bastante úteis.

    • Yan, como vai?

      Obrigado pela gentileza de comentar. Agradeço o elogio em nome de toda a equipe.

      Abraços

  • Nilson, tudo bem?

    Obrigado pelo interesse no Tecla SAP. Você se equivoca ao tentar comparar a aquisição de linguagem de uma criança com a de um adulto. Muitos cometem esse equívoco, até mesmo gente que se apresenta como especialista no assunto, mas trata-se de dois processos que não podem ser comparados por inúmeras razões. Seguem algumas delas:

    O cérebro da criança em idade pré-escolar está ainda em formação e as conexões neuronais acontecem de forma distinta. Além disso, ela está imersa em um contexto em que, em geral, somente a língua materna é falada. A criança não tem outros afazeres e pode, portanto, “praticar” o tempo todo.

    Não há como “desalfabetizar” um adulto alfabetizado. Novas conexões neuronais acontecem também, é claro, mas de forma diferente à das crianças. Um brasileiro adulto que mora no Brasil está, em geral, imerso em um universo em que a língua portuguesa é falada o tempo todo, ou seja, seu grau de exposição ao idioma estrangeiro que está estudando é infinitamente menor. Além disso, um aduto tem outros compromissos (trabalho, estudo, lazer etc.) e não está o tempo todo dedicado ao estudo de uma língua estrangeira.

    Há ainda muitas outras variáveis que entram nesta equação e que não têm relação direta com faixa etária.

    Não deixe de assistir ao vídeo “Quanto tempo leva para ser fluente em inglês? A resposta que você não queria ouvir!” em https://youtu.be/th51iMiu_R0 para saber quais são essas outras variáveis.

    Abraços

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  • Renan Neubauer

    Olá Marco Antonio.
    Não sei se você já encontrou uma solução.
    Creio que uma GRANDE “ferramenta” que pode te auxiliar com isso realmente é o “IPA”, pois através dele você aprende a pronunciar a palavra, SEM NECESSARIAMENTE ouvi-la.
    Não sei se posso postar aqui o nome de um site que trabalha de um forma muito criativa com essa ferramenta, mas se você quiser, me escreva ‘inbox’ que lhe passo, ok?!
    Gde abraço!

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Renan, tudo bem?

      Obrigado pela contribuição. Sinta-se à vontade para mencionar o nome da empresa nos comentários.

      Abraços

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    Marco Antônio, tudo bem?

    Muito obrigado pelo comentário. Admito minha total ignorância sobre o assunto. O Tecla SAP é lido por milhares de pessoas todos os dias e, espero, que alguém possa dar alguma informação para você.

    Abraços

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    bolacha, tudo bem?

    Leia no texto acima a explicação sobre o IPA. É justamente isso que você está procurando. Leia também sobre os motivos que apresento para não usar esse tipo de transcrição fonética aqui no Tecla SAP.

    Abraços

  • Hudson De Melo

    Olá Ulisses, novamente parabéns pelo site.
    Eu gosto muito do seu trabalho mas que desde comecei a estudar inglês não entendia o porque de tantas palavras serem tão similares ou até iguais na pronuncia. Dai descobri algo chamado de “Homophones” que são pronuncias iguais com escritas diferentes, homófono com a mesma fonética, se formos traduzir para o português.
    Acho que esse conceito falta em seu site e até mesmo no Brasil… Eu encontrei sobre “Polissemia” mas não “Homophones”, salvo o engano. Tinha muita dificuldade com o meu listening antes de descobrir essa lista: http://www.singularis.ltd.uk/bifroest/misc/homophones-list.html
    Obrigado pelo espaço.
    Abraços!

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Hudson, tudo bem?

      Obrigado pelo comentário. As homófonas aparecem em várias dicas do Tecla SAP. Evito usar o termo “homófonas” por se tratar de terminologia relativamente técnica. Prefio dizer “ter a mesma pronúncia”, “pronúncias idênticas”, entre outras maneiras de expressar o mesmo fenômeno.

      Abraços

  • Thiago

    Eu gosto de usar o http://www.howjsay.com/ bem fácil de se usar.

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Thiago, tudo bem?

      Eu não conhecia. Obrigado pela indicação.

      Abraços

  • Vanessa

    Bom, sou cantora lírica e pra mim é mais fácil tudo no IPA. Mas, confesso, é um ano de fonética pra só quatro idiomas “básicos” na faculdade de Música. Tudo isso pra sacar de IPA.

  • Adriano Irala

    Bom dia, Ulisses.

    Contribuindo com seu post, existe um site, o Forvo, que é fantástico para se aprender a pronúncia e suas variantes. Nativos de vários idiomas gravam as pronúncias de milhares de palavras, em diversas língua, incluindo o inglês. Para uma única palavra, às vezes, há a pronúncia realizada por diversos natives, homens, mulheres americanos, britânicos, australianos, etc.. O site é http://pt.forvo.com/

    Vale a pena conferir.

    Adriano

    • Interessante

    • Luana

      Oi, Adriano!
      Ia justamente comentar a respeito quando vi seu comentário. Na minha opinião, o Forvo é a melhor ferramenta pra consultar, por exemplo, a pronúncia de nomes próprios, sobrenomes, nomes de locais e outros vocábulos cuja pronúncia não sabemos e às vezes precisamos para nos comunicar com nativos e nos fazermos entender sem precisar soletrar, haha.

  • Raphael Souza de Melo

    Saudações!

    Caro Ulisses, sei que aqui talvez não seja o lugar mais adequado, mas aqui vai minha dúvida:

    Essa semana um assunto em específico tem me intrigado: a lógica da pronúncia de palavras com prefixo “ex”.

    Por exemplo: Explanation, existence, a própria palavra example, executioner, excuse, excomunication, dentre outras.

    Parece-me que estas palavras que eu citei, assim como suas “irmãs” de prefixo, costumam seguir um padrão de pronúncia, a depender da letra que vem após o “x”. Algumas vezes eu percebo que o “e” é pronunciado com o som do nosso “e” em Português, às vezes assume o som do nosso “i”. A pronúncia do “x” também muda, pelo que eu notei – ora tem som de “g”, ora som de “k”.

    Gostaria muito de saber por que isso ocorre.

    Seria muito interessante saber se há algo que possa facilitar a assimilação da pronúncia nesses casos (além da exposição auditiva ao idioma). Talvez haja alguma regra ou algo do gênero que eu desconheça, um detalhe que estou deixando passar.

    Agradeço desde já.

    Abraço.

  • Julio

    Estou no livro avançado no curso, mas estou com sérios problemas na pronuncia de algumas palavras. Por exemplo “Changed”, sempre que pronuncio o final sai com algo parecido com “Didi”. Pode dar alguma dica?

  • Priscila

    Bom dia Ulisses,

    Gostaria de dicas para pronunciar o simple past em inglês, o ED às vezes é pronunciado com som de D, de T, de ID. Existe alguma regra?
    thanks!

  • Oi Ulisses,

    O IPA é bem complicado no começo e exige certa dedicação para dominar. Para quem tem paciência e tempo pode ser uma boa ferramenta, mas concordo com você, não é obrigatório para todos os estudantes. Eu gosto porque não confio muito em meus ouvidos, então para tirar a dúvida recorro ao IPA.

    Sobre os dicionários deixo aqui 2 recomendações:

    http://oaadonline.oxfordlearnersdictionaries.com/

    e o

    http://www.ozdic.com/collocation-dictionary/bed

    Esse último é um dicionário de collocations muito bom para aprofundar no uso de alguma palavra e saber com ela se relaciona com outras.

    Excelente post. Congrats!

  • Diogo

    Há também o forvo.com, um site muito bom onde nativos gravam as pronúncias das palavras. Qualquer um pode se inscrever e gravar pronúncias. Para ouvir a pronúncia basta digitar a palavra que se deseja e uma lista com as pronúncias e de que país vem é exibida.