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  • Elisa

    Adoro ler os posts do Tecla Sap! Este site foi a melhor descoberta que fiz nos últimos meses. o/

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  • Anocas, tudo bem?

    Obrigado pelo interesse no Tecla SAP e também pela gentileza em comentar. Volte mais vezes.

    Abraços

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  • Jonatas, tudo bem?

    Obrigado pelo feedback gentil. Em geral, atingimos um grau de fluência ao cantar antes da falar. O ritmo e a melodia nos dão o fio condutor que nos faz emitir os sons de forma natural e cadenciada. Esse é apenas um dos vários benefícios de se estudar um idioma estrangeiro com música. Além disso, também faz bem para alma. Música é tudo de bom! 😉

    Abraços

  • rose Malmsteen

    Parabens pela matéria.

  • Fernanda Ribeiro

    Oi, Ulisses! Estou encantada com os posts! Gostaria, por favor de que você, em um post futuro, abordasse os diferentes significados de “very”. Sempre tenho dúvida quanto essa palavra não significa “muito”. Desde já obrigada!

    • Fernanda, tudo bem?

      Obrigado pelo interesse no Tecla SAP e também pelo comentário. E quando “very” não significa “muito”?

      Abraços

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    Reinaldo, tudo bem?

    É claro que existe uma média. Acontece que a “média” serve para a “média” e não para o indíviduo.

    Você é você, com as suas características pessoais, interesses, necessidades, competências etc. A “média” te dá a informação do que acontece com a maioria das pessoas, mas na hora de definir o seu planejamento, ele é só seu. Sacou?

    E tem mais: a “média” é o somatório de pessoas diferentes, com interesses diferentes, aptidões diferentes, objetivos diferentes etc. É uma “média” que vale muito pouco, você não acha?

    Abraços

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    Eiter, tudo bem?

    Não posso opinar sobre aquilo que não conheço. O meu texto acima já deixa bem claro que não há como fazermos afirmações categóricas que sirvam para todos. São pessoas diferentes, que têm ritmos diferentes de aprendizado, cargas horárias diferentes, interesses diferentes etc. Cada caso é um caso.

    Abraços

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    Secundo, tudo bem?

    Muito obrigado pela força na divulgação. Volte sempre!

    Abraços

  • Karin

    Cada um tem um ritmo, minha irmã em 3 anos estava como monitora de inglês e 5 anos após o ínicio já dava aula em uma ótima escola de inglês, já trabalhou fora etc. Eu levei 9 anos para me sentir confiante para começar a falar, considerando que com uns 6 anos de estudo já entedia bem, mas não me sentia a vontade para falar, hoje ainda fico nervosa, mas uso diariamente, e-mails e comunicação diária na empresa em que trabalho. Para me levar a isso estudei 3 anos em uma escola, parei por 4 anos (mas treinando assistindo series, prestando atenção nas letras de músicas e principalmente lendo muitos livros, em um ano li 8 livros em inglês) depois mais 1 ano em outra escola e 6 meses em um curso mais voltado para conversação.
    Hoje permaneço fazendo testes online, lendo notícias (parei com os livros), filmes e series sem legenda (as vezes com legenda rs)

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Karin, tudo bem?

      Obrigado por ter colaborado com o debate de ideias com o seu relato. Sempre é bom destacar que, por serem irmãs, vocês têm naturalmente muitas semelhanças. E não é só o material genético, é claro. Em tese, é a mesma formação educacional em casa e na escola, foram semelhantes possibilidades de estudar com cargas horárias de dedicação ao estudo etc.

      Abraços

  • Gisele Santos

    Ulisses, mais uma vez, belíssimas palavras. Eu quero mencionar o fato de que, quando eu estava na sexta série comecei a me destacar no estudo de língua Inglesa. E com o passar dos anos, descobri que tinha uma inteligência fora do comum no que diz respeito a língua Inglesa. Fiz cinco anos e meio de curso de Inglês, mas percebi que sempre estava um passo adiante dos colegas. Sempre amei estudar Inglês e sempre tive uma facilidade enorme neste assunto. Acredito que minha inteligência sempre foi a área do Inglês. Hoje estudo de uma forma autônoma pelo seu blog e outros sites especializados neste assunto. Faço alguns cursinhos online pra ter uma melhor base gramatical, entre eles: Englishtown e Espresso English.net elaborado pela professora americana Shayna Oliveira, excelente profissional por sinal.

    Você é um exemplo de dedicação e de que com fé e perseverança se chega aonde quiser, o obstáculo está apenas na cabeça das pessoas, essa é a maneira como penso, por isso cheguei muito longe e estou aos poucos atingindo minha fluência no Inglês, mesmo morando no Brasil. Em relação ao meu depoimento deixado em relação aos textos mastigados, pode utilizá-los pra fazer a divulgação do programa, libero com muito orgulho a minha opinião sobre o seu excelente trabalho desenvolvido. Um grande abraço e um feliz ano novo, tudo de bom pra você.

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Gisele, como vai?

      Muito obrigado mais uma vez pelas palavras simpáticas sobre o Tecla SAP. Falou bem do meu “filho”, virou minha amiga para sempre! 😉

      Abraços

  • Malaquias H Oliveira

    Oi professor, espero que esteja bem. Ótimo e oportuno assunto, mesmo aqui na minha “escolinha” de inglês na Zona Leste S.P, é o que mais ouço..só uma pergunta, se eu estiver errado me perdoe. No tópico “Objetivos Distintos” no 1º § na 5º linha, não seria…..é o fim do mundo, e não……não é o fim do mundo? Tks e abraço a todos.

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Malaquias, tudo bem?

      Obrigado pela visita e pelo comentário. Quis dizer mesmo “não é o fim do mundo”. Em uma negociação, em geral, a correção ortográfica no PowerPoint tem menos importância do que, digamos, em um contrato.

      Abraços

  • Goncalo Leite

    A minha facilidade com a língua inglesa foi ter estudado um pouco de latim quando aprendi a valorizar os Radicais, ou seja, a raiz das palavras. Estudo inglês de forma intercalada há alguns anos. Meu primeiro curso foi com base no inglês britânico. Isto me trouxe algumas dificuldades pois temos muita influência do inglês americano. Durante muito tempo me ensinaram regras tais como Talk To e Speak With. Hoje em dia ja se admitem que ha um inglês internacional. Ainda não me considero um fluente mas relaxei. Se alguém quiser falar comigo em inglês aqui no Brasil tem que entender que não é minha língua nativa e não a falo no dia a dia. O seu site e artigos me ajudam a aumentar o vocabulário. Estou estudando por conta própria mas ja sinto a necessidade de ter aulas de conversação em nível avançado. Devido as várias responsabilidades vou aprendendo sobre falsos cognatos e outros detalhes da língua. Abraços.

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Gonçalo, tudo bem?

      Muito obrigado por enriquecer o post com o seu relato. A sua experiência pode, de alguma forma, ajudar outras pessoas. Volte mais vezes e comente sempre que puder.

      Abraços

  • Bom… Sempre amei inglês, desde criança! Aos 9 anos de idade eu traduzia músicas com um dicionário, palavra por palavra, e depois, em outra folha tentava buscar um sentido pras palavras traduzidas! E conseguia, viu? Sem Google! Há 7 anos atrás me mudei pra UK, e cheguei falando o suficiente pra me virar… Sou uma esponja! Praticamente copio a entonação britânica, e nem ligo dos meus amigos USA chamarem meu inglês de veinho! Kkkk… E o engraçado é como os brasileiros têm vergonha de falar na entonação nativa! Conheço gente que mora há 20 anos ou mais fora, e ainda fala um inglês “brasileiro” por conta disso… Eu realmente me esforço! Ainda apanho no listening… Às vezes entendo frases com delay de segundos… O suficiente pra ter perguntado: Pardon? Mas vou a todos os lugares sem tradução… Médico, banco, falo ao telefone… Terminei o ESOL, e pretendo fazer Uni ano que vem… A cada dia vejo minha fluência melhorar… Tô longe de ser quase nativa, mas me esforço a cada dia… Fluência pra mim é isso… Conseguir se expressar e entender…
    Parabéns pelo excelente trabalho, Ulisses!

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Rosana, tudo bem?

      Muito obrigado por enriquecer a troca de ideias. Volte mais vezes.

      Abraços

    • Legal sua história, Rosana! Parabéns e continue assim!

    • Karin

      Também traduzia letras de músicas com o encarte do CD e um dicionário rs

  • Gabriela

    Impossível de se prever mesmo. Vou dar meu próprio exemplo: estudei inglês particular e extra curricular durante 3 anos no Brasil, sem contar o que aprendia na escola desde os 7 anos de idade. Resultado: chegando no meu intercâmbio de 1 ano nos EUA, fiquei perdida e com dúvidas SIM. Levei 4 meses para ficar fluente. E fluente não quer dizer “se tornar bom como um nativo” ou ainda “saber tudo e todos os significados de todas as palavras”. Ser fluente significa conseguir manter uma boa fluência na conversa, e conseguir entender o contexto na fala. O oposto de quando estamos estudando inglês e na chamada oral pré-decorada, ficamos no “I like pizza aaaaaand……….. ééééé……….hmmmmmmmmmm…ammmmm…………………………….(2 mins later) potatoes.” Enfim, vai mesmo de pessoa pra pessoa!

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Gabriela, tudo bom?

      Muito obrigado pelo comentário e também por contribuir para o debate de ideias. Volte sempre!

      Abraços

    • Gisele Santos

      Gabriela . Bom dia. Acrescentado com seu comentário, já passei por isso em escolas de idomas como People, a professora pedia pra conversar com os colegas, acredita. Como você disse. Exemplificando. Do you speak English. Nope i woke up early in the morning. Quero dizer ninguém entendia ninguém, e a prova era decoreba pura e não incentivavam os alunos a pensaram em inglÊs corretamente. Fato que pesa no Brasil. Como sempre comento nos meus posts. Inclusive fiz aula com um nativo britânico que era maravilhoso, mas pecava na forma de ensinar, muita gramática, mas enfim, hoje estudo por conta própria, acho que é o melhor jeito de aprender inglês sem vícios errados. Bom venho conquistando um bom progresso. Um grande abraço!

  • Kika

    Gostei do texto. Gosto do tom de conversa dos seus textos! Eu também tirava as maiores notas de Inglês no colégio e até hoje não sou fluente. Me ajudou a compreender os vários fatores que compõem o processo. Obg!

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Kika, tudo bem?

      Muito obrigado pelo elogio aos textos do Tecla SAP. Agradeço em nome de todos os colaboradores. Volte mais vezes e comente sempre que puder.

      Abraços