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  • Fábio, tudo bem?

    Muito obrigado pelas contribuições. Agradeço em nome de todos os leitores do Tecla SAP.

    Abraços

  • Fábio Costa

    Há um filme de 1953 chamado “Shane” (nome do personagem principal), que, no Brasil, recebeu o pomposo título de “Os brutos também amam”. Outro caso interessante é do filme “Love is a many splendored thing”, que no Brasil se chamou “Suplício de uma saudade” (“A colina da saudade” em Portugal). Já “50 first dates” virou “Como se fosse a primeira vez” no Brasil e “Minha namorada tem amnésia” em Portugal. (Curiosidade: “Curtindo a vida adoidado” em Portugal virou “O rei dos gazeteiros”. “Corra que a polícia vem aí” em Portugal ficou “Onde é que para a polícia”. “Juventude transviada” lá ficou ‘Fúria de viver”. “A noviça rebelde” ganhou o título de “Música do coração” em Portugal. “White men can´t jump” no Brasil é “Homens brancos não sabem enterrar”, já em Portugal é “Branco não sabe meter” (!)

    • Fábio, tudo bem?

      Muito obrigado pelas contribuições. A lista ficou bem mais rica. Volte sempre!

      Abraços

  • Daniel, tudo bem? Muito obrigado pelas contribuições. Volte sempre! Abraços

  • Cássia

    Muito Legal esse tema!

    Mas, na minha humilde opinião, as vezes o título adaptado para ter mais “apelo comercial”, meio que é um “tiro que sai pela culatra”, porque ficaria muito melhor se tivesse sido fielmente traduzido. A exemplo disso, a série “Gilmore Girls”, “Tal mãe, tal filha”, em português. (fala sério!)

    • Cássia, tudo bem?

      Quando afirmo que o intuito é ter apelo comercial, não pretendo dizer que sempre dá certo. Concordo com a sua observação. Além disso, é sempre bom levarmos em conta que estamos falando de filmes que foram lançados há décadas. Aquilo que pode ter tido algum apelo comercial nos anos 50 ou 60 provavelmente não terá hoje em dia.

      Abraços