O que “JUMP BALL” significa?

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Ulisses Wehby de Carvalho

JUMP BALL
[situação indefinida – bola presa – bola ao alto – bola dividida – cara ou coroa]

A “bola presa” é uma situação no jogo de basquete que ocorre quando pelo menos dois jogadores de equipes oponentes têm uma ou ambas as mãos firmemente sobre a bola. Nesse momento, o árbitro interrompe a partida apontando os dois polegares para cima para indicar a sua marcação. Esses dois atletas se posicionam frente a frente no círculo mais próximo ao local onde houve a bola presa para que o árbitro possa realizar o bola ao alto, ou seja, arremessar a bola ao ar entre esses dois adversários. O bola ao alto é a forma utilizada para também dar início às partidas.

Em outros contextos, a expressão “jump ball” é usada para descrever situação ou decisão que pode pender para um lado ou outro. Portanto, é sinônimo de incerteza, indefinição etc.

No mercado financeiro, são duas as situações em que a expressão é usada: a primeira delas para descrever negócio sobre o qual nenhuma corretora tem exclusividade; cada empresa compete diretamente para conseguir uma parcela da transação. A segunda situação se refere à falta de indicação para um determinado papel. Nesse caso, o investidor pode escolher vender ou comprar o título.

Cf. O que “ANYBODY’S GAME” significa?
CfArtigo: THE BALL IS IN YOUR COURT…

  • The Senate Committee says they have a jump ball on this issue.
  • A comissão do Senado afirma que a questão ainda está indefinida.
  • “It’s close, very close,” said House Majority Leader Dick Armey, R-Texas, on Tuesday morning. “Right now, it is a jump ball.” (CNN)
  • “É um páreo muito, muito duro”, disse na terça-feira de manhã o líder da maioria na Câmara, o deputado Republicano pelo Texas Dick Arney. “Por enquanto, a situação está indefinida.”
  • This is a classic example of a jump ball. Investors should pay close attention to trading activity in the next couple of days.
  • Este é um exemplo clássico de situação indefinida. Os investidores devem prestar muita atenção às negociações nos próximos dias.

Referência: “O Inglês na Marca do Pênalti” de Ulisses Wehby de Carvalho, Disal Editora, 2003. Leia a resenha.