Pagando Mico: Ponto de interrogação

1 minuto Contribuição anônima Num dos primeiros dias de aula num curso de inglês que fui fazer em Toronto, utilizei as palavras “INTERROGATION POINT” para me referir ao ponto de interrogação. A professora começou a rir e disse que estava imaginando um ponto sentado sendo interrogado. Eu havia me confundido, pois as palavras corretas seriam “QUESTION MARK”. O interessante foi que no dia anterior ela estava dizendo que nós que falamos português temos vantagens para aprender inglês devido às semelhanças advindas do latim e Continue lendo

CAN: tudo o que você precisa saber sobre o “modal verb”

CAN: tudo o que você precisa saber sobre o “modal verb”

3 minutos by Christine House and John Stevens CAN Modal Verbs (1): CAN A: How was the French holiday?B: Fine. I can sail now. I did a course there.A: With a French trainer?B: Yes, but she spoke English. Can you speak French?A: No, I can’t. But a lot of French people speak English, don’t they?B: Yes, they do. One day I needed some medicine at a chemist’s and could was able to ask for it in English. “poder”, “saber”, “conseguir”: can, be able to Can não Continue lendo

Collocations: ACCIDENT

menos de 1 minuto Denilso de Lima do blog Inglês na Ponta da Língua Um dia desses, fui entrevistado por alguns alunos de uma escola de idiomas. Um deles teve dificuldade para relatar, em inglês, um acidente no qual o motorista fugiu sem prestar socorro às vítimas. Neste momento, percebi como os estudantes de inglês não têm muita noção do que chamamos de competência colocacional. Ou seja, não se preocupam em saber que palavras combinam melhor com as outras. Eles simplesmente não procuram entender Continue lendo

Expressões Idiomáticas: Fogo de palha

menos de 1 minuto Adauri Brezolin, Alzira Leite Vieira Allegro e Rosalind Mobaid A FLASH IN THE PAN; A NINE DAY’S WONDER [fogo de palha] Referência: “Whatchamacallit? – Novo dicionário português-inglês de idiomatismos e coloquialismos” de Adauri Brezolin, Alzira Leite Vieira Allegro e Rosalind Mobaid, Disal Editora, 2006. Leia a resenha.

CIGAR? Qual é o significado e a tradução do falso cognato?

CIGAR? Qual é o significado e a tradução do falso cognato?

menos de 1 minuto Cigar by Ulisses Wehby de Carvalho O que “CIGAR” quer dizer? CIGAR = charutoCIGARETTE = cigarro Este é mais um clássico entre os falsos cognatos. Lembre-se de que para dizer “cigarro” em inglês, o termo que você deve usar é cigarette. Prefira cigar para se referir a “charuto”. CIGAR – Posts relacionados Cf. Smoking: como se diz “smoking” (o traje de gala) em inglês? Cf. Maconha em inglês é… 10 maneiras de dizer baseado etc. Cf. Promessa! “Fazer promessa” e Continue lendo

Aprenda agora como se fala “pedra no sapato” em inglês

Aprenda agora como se fala “pedra no sapato” em inglês

A expressão pedra no sapato tem uma equivalente em inglês que pode surpreender você: a thorn in someone’s side. Neste post, explicamos como usar a expressão corretamente, mostramos cinco exemplos extraídos de veículos da imprensa internacional e ainda indicamos variações e contextos de uso. Uma leitura essencial para quem quer se comunicar com mais naturalidade em inglês.

CALCULATION x CALCULUS: qual é a diferença entre elas?

1 minuto Ulisses Wehby de Carvalho CALCULATION x CALCULUS Qual é a diferença entre calculation x calculus? Das duas palavras que significam “cálculo” em inglês, calculation é a mais comum. Esse termo é usado para descrevermos o ato de fazer contas ou para designarmos o resultado de um cálculo. Se você quiser se referir a um cálculo renal, por exemplo, o termo científico é calculus. Kidney stone é a forma popular equivalente a “pedra nos rins”. Lembre-se de que Calculus é termo que pode também ser usado Continue lendo

Ortografia: RESURRECTION

menos de 1 minuto Ulisses Wehby de Carvalho Em inglês, “ressurreição” se escreve com apenas um “S”. Além disso, esse “S” é pronunciado como “Z”. O mesmo se aplica ao verbo “RESURRECT”. Cf. Pronúncia: SS Cf. Mais Ortografia Referência: “Guia Tecla SAP: Pronúncia”, de Ulisses Wehby de Carvalho, ©Tecla SAP, 2012. Leia a resenha.