• Álvaro, tudo bem?

    Muito obrigado pelo interesse no Tecla SAP. Não é tão raro assim usarmos “DO” em sentido mais genérico, como nesse exemplo do “American Heritage Dictionary”: To participate in (a meal or an activity) with another person: Let’s do brunch on Sunday.

    Usamos “make” para descrevermos o preparo da refeição em si, mas podemos usar “do” para nos referirmos ao encontro / a conversa / o evento / etc. Pode ser que sua amiga americana tenha feito a mesma analogia. É só um palpite.

    Abraços

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  • Júnior, como vai?

    Essas tentativas são válidas, mas, infelizmente, nenhuma delas acaba surtindo efeito. Se assim fosse, a dúvida não persistiria por tanto tempo. Você mesmo já matou a charada quando afirma que permanecer em contato com o idioma e ficar atento é a saída.

    Obrigado pela colaboração. Volte mais vezes.

    Abraços,

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  • Ricardo Silveira

    Então, quando acordamos, we do our bed and have breakfast so we can go to work?
    Mas quando fazemos uma reforma em casa, contratamos um marceneiro to make our new bed according to the architect’s nice design?

  • ben parry davies

    Dicas legais para ajudar o aluno nesta area dificil do idioma. As vezes existe tambem grupos de verbos conectados, o que pode ajudar na memorizacao, por exemplo:

    1. Acoes relacionadas ao mundo academico geralmente usam DO (do an exercise, do a test/an exam, do your homework, do a course, do a degree, do a master’s, do a phd, do some research etc)

    2. A mairoria de tarefas dometicas tambem combinam com o verbo DO, (do the dishes/washing up, do the housework, do some shopping, do the cooking, do the ironing, do some DIY). Comida/bebida, por outro lado, segue a regra de ‘preparar’ usando o verbo MAKE (make breakfast/lunch/dinner, make a snack, make a drink, make a sandwich etc)

    Para uma lista mais completa, veja o livro Ingles que Nao Falha (Editora Campus/.Elsevier)

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    Valdilea, tudo bem?

    Que bom! Fico contente em saber que o conteúdo foi bem aproveitado. Volte sempre!

    Abraços

  • Sandrini – São Paulo

    Excelente, gostei muito, são dessas dicas que precisamos, coisa difícil de encontrar por ai. Valeu Ulisses.

    • Ulisses Wehby de Carvalho

      Sandrini, tudo bem?

      Obrigado pelo feedback simpático. Volte mais vezes e comente sempre que puder.

      Abraços

  • Ana Scherbitsky

    péssimo

  • Anna

    “make amends”, tbm ouço muito essa em filmes e séries, usado para fazer as pazes ou “tentar consertar uma situação”.

  • iran de brito

    valeu pelo portal de infos free.

    os contéudos realmente merecem aplausos bem como os eforços para o compartilhamento do idioma, eu aprendo bastante , pretendo aprimorar o inglês na Guiana ,.iran de brito(fronteira-amapa)

  • Thaís

    Ulisses, bom dia!

    Um professor me explicou que a diferença entre um e outro seria que MAKE é utilizado no sentido de fazer e DO no sentido de realizar.
    Está certo dizer isso?

    Grata,
    Thaís

  • Marcos “Salsa” Bolton

    Ja tive problemas ensinando português para estrangeiros, com Ser/Estar, dai você ainda diz Eu TENHO 27 anos. Ou então, o banco FICA na rua tal… Ele FOI atleta. Tem horas que o português pode ser tão infernal quanto inglês, as pessoas só não percebem porque é sua lingua nativa.

    • Marcos,

      Obrigada pelo comentário. Volte sempre!

      Abraços a todos.

  • “Não fique achando que o inglês é mais complicado do que o português por conta dessa dificuldade.”
    Quando alguém me diz que Inglês é difícil, cito o caso do francês, com suas conjugações malucas. E, pra convencer de vez o interlocutor, falo como deve ser difícil para o americano conjugar os verbos do português, já que pra ele é mais ou menos assim: eu cantar / tu cantar / ele cantars (com S) / nós cantar / vós cantar / eles cantar. (Com isso quero mostrar que não há variação no verbo, exceto no “ele”).

    Aí a peço pra pessoa conjugar qualquer verbo em português e geralmente a pessoa acerta (inclusive no “vós”). Qual é a “chave” pra aprender inglês? A mesma forma usada para aprender o português: falando, ouvindo, lendo e escrevendo.

    • Ulisses

      Raphael,

      Tudo bem? Obrigado pelo comentário. Todos os idiomas têm aspectos mais ou menos complicados, se comparados com aspectos equivalentes em outra língua. Não há, portanto, como afirmar o idioma X é mais fácil/difícil que o idioma Y. Aliás, equívoco cometido com enorme frequência, infelizmente.

      Outro cuidado que devemos ter é não cairmos no engano de achar que a aquisição de LE (língua estrangeira) pode ser comparada com o aprendizado da língua materna. Como se diz informalmente, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa! 😉

      Abraços a todos

  • Ulisses Wehby de Carvalho

    Thays,

    Tudo bem? Obrigado pela participação e pelo elogio. Ao usar os termos “abstrato” e “concreto”, me ative exclusivamente à classificação gramatical, conforme o dicionário Houaiss:

    Concreto: diz-se de substantivo que nomeia tudo que é perceptível aos sentidos, os seres e objetos do mundo físico

    Embora meu dicionário não defina se “alma” e “espírito” são substantivos abstratos ou não, creio que, repito, gramaticalmente falando, não se encaixam na definição de substantivo concreto.

    Abraços a todos

  • Thays M. Ferreira

    Prezados teachers,

    Ótimas dicas, porque eu também nunca dissipei minhas dúvidas quanto a usar make ou do.
    Só aproveito pra dizer que alma e espírito não são substantivos abstratos. Embora nos ensinem, infelizmente, que substantivo abstrato representa algo que não se pode “pegar”, a verdade é que ele representa algo que não existe sozinho, mas precisa de um “suporte” para existir, o que se baseia em conceitos como o de forma e substância, de Aristóteles.

    • Rosa

      Gostei muito de ler o seu comentário sobre os abstratos.
      Valeu mesmo! por se preocupar em esclarecer esse ponto.

      • Rosa,

        Obrigado pelo comentário simpático. Volte mais vezes.

        Abraços a todos