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Começar do zero em inglês by Ulisses Wehby de Carvalho

Começar do zero em inglês: guia definitivo, completo e prático
Quem nunca ouviu alguém dizer que não sabe “nada de inglês” e precisa começar do zero? Essa frase esconde uma contradição fascinante: o português falado no Brasil está repleto de palavras de origem inglesa. Anglicismos como streaming, selfie, podcast, fake e networking já fazem parte do cotidiano de praticamente qualquer brasileiro, independentemente do nível de escolaridade ou da região do país. Em outras palavras, começar do zero em inglês é, na verdade, um mito.
A ilusão de começar do zero em inglês
Inegavelmente, existe uma crença muito difundida de que aprender inglês é algo reservado a quem frequentou cursos caros desde criança ou passou anos morando no exterior. Antes de mais nada, porém, vale considerar que o português brasileiro absorveu centenas de palavras do inglês ao longo das últimas décadas, especialmente a partir dos anos 1950 e 1960, quando a influência americana na cultura, na tecnologia e no mercado se intensificou de forma significativa.
Assim, a pergunta correta não é “preciso começar do zero em inglês?”, mas sim “quantas palavras inglesas eu já uso sem perceber?”. E a resposta vai surpreender: são muitas. É bem possível que você já conheça entre trezentos e quinhentos termos de origem inglesa sem nunca ter estudado o idioma formalmente. Afinal, o português brasileiro do século XXI é uma língua que dialoga intensamente com o inglês.
O que são anglicismos?
Anglicismos são palavras ou expressões da língua inglesa incorporadas ao português. Às vezes, chegam com a grafia original, como selfie, hashtag ou drone. Outras vezes, são adaptadas foneticamente, como “xampu” (de shampoo /ʃæmˈpuː/) ou “surfe” (de surf /sɜːrf/). Em ambos os casos, o falante brasileiro as usa com naturalidade, muitas vezes sem perceber que está recorrendo a um termo de origem inglesa. Posto que a língua é um organismo vivo, esse processo de incorporação é contínuo: a cada ano, novos anglicismos surgem no português brasileiro.
Anglicismos na tecnologia e nas redes sociais
Sem dúvida, se há uma área em que o inglês reina absoluto no cotidiano brasileiro, é a tecnologia digital. Desde os primórdios da internet até a era das redes sociais, uma avalanche de termos ingleses invadiu o nosso vocabulário:
- App /æp/ — aplicativo móvel
- Browser /ˈbraʊzər/ — navegador de internet
- Bug /bʌɡ/ — falha em sistema ou software
- Download /ˈdaʊnloʊd/ e upload /ˈʌploʊd/ — transferência de dados
- Feed /fiːd/ — fluxo de publicações em redes sociais
- Fake news — notícia falsa ou desinformação
- Hashtag /ˈhæʃˌtæɡ/ — palavra indexada com o símbolo #
- Like /laɪk/ — curtida em redes sociais
- Meme /miːm/ — conteúdo viral de humor
- Podcast /ˈpɒdkæst/ — programa de áudio publicado on-line
- Post /poʊst/ — publicação em redes sociais
- Selfie /ˈsɛlfi/ — autofoto tirada com câmera frontal
- Spoiler /ˈspɔɪlər/ — revelação antecipada de conteúdo
- Streaming /ˈstriːmɪŋ/ — transmissão de conteúdo em tempo real
- Troll /troʊl/ — pessoa que provoca discussões on-line
- Viral /ˈvaɪrəl/ — conteúdo que se espalha rapidamente
Além disso, expressões como “fazer um print“, “dar um like” e “ir ao vivo” (do inglês live) mostram como esses termos se integraram tão profundamente ao nosso idioma que passaram a funcionar como verbos e expressões idiomáticas do português. Portanto, se você publica stories, curte posts ou maratona séries em plataformas de streaming, pode ter certeza: você já fala inglês tecnológico.
Anglicismos no esporte e no fitness
Igualmente numerosos são os anglicismos no universo esportivo. Igualmente, o Brasil importou não apenas modalidades estrangeiras, mas também toda a terminologia que as acompanhava. Alguns casos são tão antigos que já nem percebemos a origem inglesa:
- Futebol (de football /ˈfʊtbɔːl/) — a própria palavra da paixão nacional é um anglicismo
- Gol (de goal /ɡoʊl/) — um dos anglicismos mais antigos no esporte brasileiro
- Pênalti (de penalty /ˈpɛnəlti/) — cobrança de falta dentro da área
- CrossFit /ˈkrɒsfɪt/ — modalidade de treino funcional de alta intensidade
- Mountain bike /ˈmaʊntən baɪk/ — ciclismo em terreno acidentado
- Personal trainer /ˈpɜːrsənəl ˈtreɪnər/ — treinador pessoal
- Pit stop /pɪt stɒp/ — parada em box durante uma corrida
- Pole position /poʊl pəˈzɪʃən/ — primeira posição no grid de largada
- Skate /skeɪt/ — prancha com rodas para manobras
- Spinning /ˈspɪnɪŋ/ — aula de ciclismo indoor
- Sprint /sprɪnt/ — aceleração máxima em corrida
- Workout /ˈwɜːrkaʊt/ — sessão de treino físico
Surpreendentemente, “futebol” em si é um anglicismo. A palavra vem do inglês football, assim como “gol” vem de goal, “pênalti” vem de penalty e “chute” deriva de shoot /ʃuːt/. Ou seja, o esporte mais popular do Brasil tem a nomenclatura inteiramente baseada em palavras inglesas.
Anglicismos no entretenimento e na cultura pop
Similarmente, o cinema, a televisão e a música sempre foram grandes importadores de anglicismos para o português. Aliás, muito antes da internet, já havia um fluxo intenso de termos ingleses vindo do universo do entretenimento:
- Backstage /ˈbæksteɪdʒ/ — área reservada fora do palco
- Clip /klɪp/ — videoclipe musical
- Cover /ˈkʌvər/ — versão de uma música já existente
- Flashback /ˈflæʃbæk/ — cena que retorna ao passado em filmes e séries
- Hip-hop /hɪp hɒp/ — gênero musical e movimento cultural
- Indie /ˈɪndi/ — produção independente de cinema ou música
- Jingle /ˈdʒɪŋɡəl/ — música publicitária
- Rapper /ˈræpər/ — artista de rap
- Rock /rɒk/ — e subgêneros: hard rock, heavy metal, punk rock
- Show /ʃoʊ/ — espetáculo ou apresentação ao vivo
- Stand-up /stænd ʌp/ — comédia em que o artista se apresenta solo
- Teaser /ˈtiːzər/ — prévia curta de um filme, série ou produto
- Trailer /ˈtreɪlər/ — prévia oficial de um lançamento
Aliás, “show” é talvez o anglicismo mais versátil do português brasileiro. Usamos a palavra para espetáculos musicais, claro, mas também como interjeição (“que show!”), adjetivo (“ele é um show“) e até em expressões como “show de bola”. De fato, essa versatilidade ilustra como os anglicismos, uma vez incorporados, ganham vida própria na língua que os adota.
Anglicismos nos negócios e no mundo corporativo
De fato, no ambiente profissional, o inglês domina de forma ainda mais intensa. Em reuniões, apresentações e e-mails, o vocabulário corporativo brasileiro está repleto de anglicismos que raramente têm substituto direto em português:
- Benchmark /ˈbentʃmɑːrk/ — referência de desempenho usada como padrão
- Brainstorm /ˈbreɪnstɔːrm/ — técnica de geração coletiva de ideias
- Briefing /ˈbriːfɪŋ/ — conjunto de informações que orienta um projeto
- Coach /koʊtʃ/ — profissional que desenvolve competências pessoais
- Deadline /ˈdɛdlaɪn/ — prazo final ou data limite
- Feedback /ˈfiːdbæk/ — retorno ou avaliação sobre desempenho
- Freelancer /ˈfriːlænsər/ — profissional autônomo
- Influencer /ˈɪnfluənsər/ — criador de conteúdo com grande alcance
- Marketing /ˈmɑːrkɪtɪŋ/ — conjunto de estratégias para promoção de produtos ou serviços
- Networking /ˈnɛtwɜːrkɪŋ/ — construção de rede de contatos profissionais
- Pitch /pɪtʃ/ — apresentação rápida de uma ideia ou negócio
- Startup /ˈstɑːrtʌp/ — empresa emergente com alto potencial de crescimento
- Voucher /ˈvaʊtʃər/ — comprovante de desconto ou pagamento antecipado
- Workshop /ˈwɜːrkʃɒp/ — oficina ou curso prático
Certamente, a maioria desses termos não possui tradução portuguesa amplamente aceita. Dizer “deadline” transmite urgência de forma mais imediata do que “prazo final”. E “brainstorm” carrega uma conotação de dinâmica criativa que “tempestade de ideias” nem sempre reproduz. Por conseguinte, esses anglicismos não são apenas empréstimos linguísticos: são também empréstimos culturais.
Anglicismos na alimentação e no cotidiano
Igualmente, o universo da alimentação foi amplamente impactado pela chegada de franquias americanas ao Brasil e pela globalização dos hábitos alimentares. Primeiramente, vale notar que vários desses anglicismos gastronômicos já foram oficialmente aportuguesados:
- Bacon /ˈbeɪkən/ — tiras defumadas de carne suína
- Brunch /brʌntʃ/ — refeição entre café da manhã e almoço (de breakfast + lunch)
- Cupcake /ˈkʌpkeɪk/ — bolinho decorado assado em forma individual
- Fast food /fæst fuːd/ — alimentação rápida
- Hambúrguer (de hamburger /ˈhæmbɜːrɡər/) — sanduíche com carne moída grelhada
- Happy hour /ˈhæpi aʊər/ — período de confraternização no fim do expediente
- Hot dog /hɒt dɒɡ/ — cachorro-quente
- Milkshake /ˈmɪlkʃeɪk/ — bebida cremosa batida com leite e sorvete
- Nugget /ˈnʌɡɪt/ — pedaço de frango empanado e frito
- Pub /pʌb/ — bar de estilo inglês
- Sanduíche (de sandwich /ˈsænwɪtʃ/) — lanche entre fatias de pão
Da mesma forma, o ato de “ir ao drive-thru” ou “pedir um delivery” são exemplos de como o inglês moldou nossos hábitos de consumo. Note que “sanduíche” é a versão aportuguesada de sandwich, nome que homenageia o Conde de Sandwich, o nobre inglês a quem se atribui a invenção do lanche no século XVIII.
Anglicismos na moda, beleza e estilo de vida
Finalmente, o universo da moda e do cuidado pessoal é mais um campo fértil para os anglicismos no português. Veja como o inglês está presente em praticamente todos os aspectos do estilo de vida contemporâneo:
- Blazer /ˈbleɪzər/ — paletó casual
- Blush /blʌʃ/ — pó para colorir as bochechas
- Fashion /ˈfæʃən/ — moda, elegância
- Glamour /ˈɡlæmər/ — charme, sofisticação
- Jeans /dʒiːnz/ — tecido e calça de sarja azul
- Lifestyle /ˈlaɪfstaɪl/ — estilo de vida
- Look /lʊk/ — visual, conjunto de roupas
- Makeup /ˈmeɪkʌp/ — maquiagem
- Outlet /ˈaʊtlɪt/ — loja com preços reduzidos
- Shopping (de shopping center) — centro comercial
- Spray /spreɪ/ — produto em aerossol
- Trend /trɛnd/ — tendência
- Vintage /ˈvɪntɪdʒ/ — estilo retrô, de época
- Xampu (de shampoo /ʃæmˈpuː/) — versão aportuguesada
Ademais, “jeans” merece menção especial: a palavra é uma corruptela do nome da cidade de Gênova (Genoa em inglês), de onde provinha o tecido originalmente. Assim, ao usar jeans, você está usando uma palavra que passou do italiano para o francês, do francês para o inglês e do inglês para o português, antes de chegar ao seu guarda-roupa.
Por que você não precisa começar do zero em inglês
Em suma, após percorrer todas essas categorias, fica claro que o português brasileiro e o inglês compartilham um vocabulário muito mais extenso do que a maioria das pessoas imagina. Palavras como streaming, futebol, jeans, feedback, nugget e shopping fazem parte do seu cotidiano, mesmo que a origem inglesa nem sempre seja percebida.
Todavia, é importante ressaltar que conhecer anglicismos não equivale a falar inglês com fluência. Ainda assim, há muito a aprender: gramática, pronúncia, expressões idiomáticas, phrasal verbs e toda a estrutura da língua. Porém, o ponto de partida não é o zero. Por isso, se você está pensando em começar do zero em inglês, saiba que já tem um arsenal de palavras prontas para usar.
Começar do zero em inglês: exemplos do cotidiano
Confira a seguir exemplos extraídos de situações reais do cotidiano em que o tema de começar do zero em inglês aparece em contextos autênticos:
- I’ve decided to start from scratch and take English classes seriously this year.
- Decidi começar do zero em inglês e levar as aulas a sério este ano.
- Don’t worry — you don’t need to start from scratch. You already know more English than you think.
- Não se preocupe: você não precisa começar do zero em inglês. Já sabe muito mais do que imagina.
- She wanted to start from scratch and learn English, but she was amazed by how many words she already recognized.
- Ela queria começar do zero em inglês, mas ficou surpresa com quantas palavras já reconhecia.
- “You’re not starting from scratch,” the teacher said. “Words like streaming, podcast, and selfie are English. You already know more than you think!”
- “Você não está começando do zero em inglês”, disse a professora. “Palavras como streaming, podcast e selfie são inglês. Você já sabe mais do que imagina!”
- He moved to New York and realized he didn’t have to start from scratch at all — he’d been using English words every single day without knowing it.
- Ele foi morar em Nova York e percebeu que não precisava começar do zero em inglês: usava palavras inglesas todos os dias sem perceber.
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Adorei o post! Sugiro também as palavras “tattoo”, “make” (de make up, reparei que as mulherem tem usado bastante esse termo ao invés de “maquiagem”) e “black power” na ultima categoria de moda e beleza =D
Então profe posso te chamar assim nao sei muita coisa de ingles preciso faser aulas tchau
Bom fazer de português tbm…
Muito legal. Seus posts parecem ser uma conversa com um conhecido.
Roxana,
Ótimo saber que você pensa assim. É essa mesmo a intenção. Volte mais vezes e sinta-se em casa. 😉
Abraços a todos
O português e ingles sao semelhantes 60%
I liked it very much ths “teclasap” I’ve been a self learner english for 1o years, an just now i’ve started to an english course.My teacher told me ‘bout this..I wish you the best ulisses..bye….
Ivelse,
Muito obrigado pela mensagem simpática. Volte sempre!
Abraços a todos
não achei profições em inglês com as letras U Q Z X ?
Estou atualmente nos EUA, apesar de essas palavras do cotidiano me ajudar e me comunicar por aqui, em uma ocasião me fez ser alvo de piada.
Cuidado quando quiser se referir a hip hop ou rap, não diga “black music”, que é o nome (em inglês) pelo qual esse tipo de música é conhecido no Brasil, diga hip hop ou rap mesmo.
No fim das contas virou uma piada muito engraçada, eu e meus amigos rimos bastante, mas dependendo do contexto esse erro pode se tornar uma situação no mínimo desconfortável.
Bom, é isso
Abraços
Felipe,
Obrigado pelo relato e pelo interesse no Tecla SAP. Você tem razão, a expressão “black music”, comum no Brasil, não tem o mesmo sentido nos EUA. Volte mais vezes e fale mais sobre a sua experiência aí. É sempre muito legal ter a perspectiva de quem fala inglês todos os dias no exterior.
Abraços a todos
Ulisses, acho que voce está cansado de ver mais palavras. rsrsr
CD (COMPACT DISC); DVD; DRIVE; CPU; WWW; GOOGLE; DISKETTE; PC (PERNSONAL COMPUTER); MEDIUM; TV ( televisor, televisão ); Play; REC; STOP; EJECT; Microsof Office: WORD, EXCEL, POWERPOINT. WINDOWS; LINUX; TAB; CAPS LOCK; SHIFT; CTRl; ENTER; BACKSPACE; HOME; END; PAGE UP, PAGE DOWN. “Expert”.
OK, estou saindo agora, vou tirar o “short”e colocar “jeans”.
Abraços.
Olá caro Ulisses,
tenho algumas contibuições:
Home theater
Touch screen
Bluetooth
Wireless
abraço,
Jonathan
Jonathan,
Obrigado pela colaboração. Suas sugestões já vão para a lista “oficial”… Volte mais vezes!
Abraços a todos
Caro Ulysses,
Sou assinante do TeclaSAP há bastante tempo. Gosto muito.
Concluí curso de inglês em uma instituição nacionalmente reconhecida aqui em Fortaleza-Ce. Tenho uma boa habilidade para ler textos e uma habilidade média para escrever. Tenho bons conhecimentos em gramática.
No entanto, o curso, talvez por ter sido no modo intensivo (1 aula de 4 horas por semana), pecou no tópico conversação. Simplesmente não consigo “ouvir” e entender quase nada, quando escuto americanos/ingleses falando inglês. Isso me deixa muito frustrado.
Já tentei vários métodos para superar esta deficiência: escutar músicas com a letra nas mãos, assistir jornais internacionais (CNN, BBC), assistir filmes com áudio e legendas em inglês, mas nada parece funcionar adequadamente.
Você indicaria algum método que seja mais aconselhável?
Obrigado
Roberto,
Tudo bem? Obrigado pelo interesse no Tecla SAP. O Prof. Michael Jacobs escreveu sobre o tema em um de seus livros. O texto foi publicado aqui no blog em 3 partes. Não deixe de ler “Como posso melhorar a minha “listening comprehension”? – Parte 1/3“.
Acredito que o problema maior está na ansiedade. A evolução nesse tipo de competência é lenta e gradual. E o que é pior, o progresso não é claramente notado. Em outras palavras, não existe medidor confiável de compreensão oral. O segredo é continuar praticando e não se estressar.
Abraços a todos
Querido Ulisses,
Com certeza, deve ter uma porcao de outras palavras que nao incluimos, mas tem uma que me veio a cabeca no instante que comecei a ler o texto e fiquei surpresa de ver que voce esqueceu: shampoo.
Ha tambem uma que eh do meu tempo de crianca, hoje em dia a gente nao usa mais, mas acho que todo mundo conhece: creme rinse.
Um abraco,
Adriana
Adriana,
Obrigado pelo comentário. Você tem razão, “shampoo” deveria estar na lista. Vou incluí-la na lista. Volte sempre!
Abraços a todos
Olá, Ulisses.
Frequentemente dou RT nos seus tweets (olha aí uma palavra fresquinha!) mas é a 1ª vez que deixo um comentário por aqui. São tantos exemplos atuais que resolvi fazer diferente e buscar no futebol, ele mesmo um termo anglo, exemplos usados pelos mais velhos, como “corner”. Lembro-me do meu avô, que se referia ao meia-esquerda como “alfe center”, sua maneira de pronunciar “half-center”, e “quíper” pra “goalkeeper”, dentre alguns exemplos. E não esqueçamos do objetivo do esporte: O GOL!
Um abraço,
José Carlos (@zecarlosjr)
José Carlos,
Obrigado pelos RTs! Eu até tinha incluído “corner” e “goalkeeper” na lista, mas achei que por já estarem fora de moda não atendiam mais a especificação. A garotada de hoje não conhece mais esses termos. Volte mais vezes e comente sempre que puder. Valeu!
Abraços a todos
De fato, por isso listei como coisas faladas pelos mais “velhinhos”, como nós hehe!
Não espalha! 😉
baby
baby-doll
mouse
e-mail
dance, techno, DJ
bye
byebye
hello
star
pop star
rock and roll
on e off
jogging
internet
net
twitter 😉
Denise,
Obrigado pela contribuição. Vou incluir suas sugestões no post. Volte sempre!
Abraços a todos
Olá,
Lembrei-me de duas bem conhecidas: wafer, cream cracker…
Também gostaria de utilizar sua lista na sala de aula, se possível..
Chris,
Tudo bem? Fique à vontade para usar qualquer material publicado aqui no Tecla SAP. Só peço a gentileza de citar a fonte. Mais nada.
Abraços a todos
Entao a abreviaçao de (knockout) é K.O.?
Muito conhecido no Street Fighter.
Abraços
Tiago,
É isso mesmo! TKO é “technical knockout” (nocaute técnico). Valeu!
Abraços a todos
Hi Ulisses,
The list is soooooo huge that I guess nobody can say , I know nothing in English.I’m a teacher and I’ll tell my students to come here and take a look. Just a curiosity about a student of mine who asked me: “can you translate delivery?” ?!?! 🙂
Thanks,
Iramaia,
Tudo bem? Uma vez um aluno me perguntou: “Como se diz “freezer” em inglês?” Pode??? 😉 Aliás, vou incluí-la na lista!
Abraços a todos
Adorei Professor Ulysses…
Usarei até como incentivo aos meus alunos se me permite….
Abraços e continue com esse sucesso todo no Tecla Sap!!!
Heitor,
Mas é lógico que permito. Aliás, esse é o propósito primordial do Tecla SAP, ou seja, quanto mais gente usar e se beneficiar do material apresentado aqui, melhor! Só peço a gentileza de dar o devido crédito, é claro! 😉
Abraços a todos