Ribs em inglês: guia completo de costelas, pronúncia e anglicismos

Tempo de leitura: 11 minutos

Ribs em inglês by Ulisses Wehby de Carvalho

RIBS

Ribs em inglês: a salada linguística do Applebee’s e muito mais

Poucas palavras do inglês aparecem com tanta frequência nos cardápios brasileiros quanto ribs. De churrascarias a redes de fast food, a palavra virou febre, mas nem sempre com o uso e a pronúncia corretos. Neste post, você vai descobrir o que ribs significa de fato em inglês, quais são os diferentes tipos, como pronunciar corretamente e por que um anúncio da rede Applebee’s se tornou um dos casos mais emblemáticos de salada linguística já vistos na publicidade brasileira.


O QUE SÃO RIBS EM INGLÊS?

Antes de mais nada, é importante esclarecer o básico: rib /rɪb/ é a palavra inglesa para “costela”, tanto no sentido anatômico quanto no gastronômico. O plural ribs /rɪbz/ refere-se às costelas, especialmente quando preparadas como prato principal. Portanto, quando um restaurante oferece “ribs grelhados”, está simplesmente servindo costelas. Com todo o glamour que a palavra em inglês supostamente proporciona, mas costelas, afinal.

Na cozinha

No contexto culinário, existem diferentes tipos de ribs, cada um com características próprias. Os principais são:

Baby back ribs (costelinha de porco): as mais populares nos restaurantes americanos, retiradas da parte superior da caixa torácica do porco. São menores, mais macias e com menos gordura. No Brasil, correspondem à famosa “costelinha” do churrasco. Spare ribs (costela de barriga): maiores e mais gordurosas, retiradas da parte inferior. Têm mais sabor justamente por causa da gordura entremeada na carne. St. Louis-style ribs: são os spare ribs cortados de forma mais uniforme, com a cartilagem e o excesso de gordura removidos. Muito populares em competições de barbecue nos Estados Unidos.

Beef ribs (costela bovina): a versão bovina das costelas, com ossos maiores e carne mais intensa. Nos Estados Unidos, são muito apreciadas no barbecue texano. Short ribs (costela curta): corte bovino com osso curto, ideal para preparações de cozimento lento (braised short ribs). E, por fim, o nobre prime rib, que corresponde à costela de primeira do boi, um dos pratos mais sofisticados da culinária americana, frequentemente servido em fatias grossas ao ponto desejado pelo cliente.

Além da cozinha

Além do contexto culinário, rib tem outros usos importantes. Rib cage é “caixa torácica”. Já o verbo to rib someone significa “zoar alguém” ou “fazer graça com alguém” de forma amistosa e bem-humorada. São usos que nenhuma ementa de restaurante vai te ensinar, mas que fazem parte do vocabulário cotidiano do falante nativo.

Para saber os nomes dos demais cortes de carne em inglês, confira o post Churrascaria: como dizer em inglês os nomes dos cortes de carne?


RIBS E A SALADA LINGUÍSTICA DO APPLEBEE’S

Há alguns anos, a rede americana de restaurantes Applebee’s veiculou no Brasil uma campanha publicitária que se tornou um exemplo clássico de salada linguística. A peça misturava inglês e português em uma composição que chamou a atenção dos mais observadores, especialmente daqueles que apreciam idiomas. O anúncio promovia uma promoção de costelas e trazia, na mesma peça: “All you can eat RIBS”, “Ribs à vontade”, “FREE Refil de Ribs e batata” e, para completar a salada, a tagline em português: “Você pediu ela voltou!” sem vírgula.

É da natureza humana querer parecer mais do que verdadeiramente somos. Quando eu era garoto, por exemplo, morei em uma rua que dividia dois bairros vizinhos. Um deles era nitidamente mais chique do que o outro. Quando me perguntavam onde eu morava, adivinha qual era a minha resposta? Depois de adulto, aprendi a valorizar quem sou de fato. A primeira namorada acredita que eu morava em Perdizes, mas morei na Pompeia, sim, e com muito orgulho.

Evidentemente, a intenção do anúncio era conferir ao produto uma sofisticação diferenciada. Chamar “costela” de ribs pode até soar cool, trendy, chic. Mas ribs vai continuar sendo costela, independentemente do molho, da apresentação ou das guarnições. Aliás, esse fenômeno de usar palavras estrangeiras para agregar valor à marca não é exclusividade do Brasil. A estratégia funciona muito bem do ponto de vista comercial. Caso contrário, não seria adotada exaustivamente pelas agências há tanto tempo. Não é à toa que o post PROPAGANDA não é a mesma coisa que “propaganda”! está entre os mais acessados do blog.

Para saber como dizer “picanha” em inglês, veja o post Picanha? Como se diz “picanha” em inglês? O corte existe?

ALL YOU CAN EAT: O RODÍZIO EM INGLÊS

A expressão all you can eat é uma boa alternativa para “rodízio” em inglês. Literalmente, significa “tudo o que você conseguir comer”, ou seja, você pode se servir à vontade, quantas vezes quiser. É interessante observar que o próprio anúncio do Applebee’s oferecia a tradução da expressão: “All you can eat ribs” virava “Ribs à vontade”. O anúncio traduzia all you can eat, mas mantinha ribs em inglês. Uma solução de meio a meio que inevitavelmente gerou conversa e debate.

Confira também: Rodízio de carne? Como se diz “rodízio de carne” em inglês?

FREE: GRATUITO OU LIVRE?

O adjetivo free em inglês tem dois significados principais: “gratuito” e “livre”. No contexto de promoções e publicidade, free quase sempre equivale a “grátis” ou “gratuito”. O anúncio do Applebee’s pressupunha que o significado fosse de conhecimento geral e usou a palavra sem a menor cerimônia. De fato, free já é tão incorporado ao português brasileiro que raramente precisa de tradução nos contextos publicitários. Porém, como você verá a seguir, o refil do anúncio tinha um problema mais grave.

REFIL: UM ANGLICISMO JÁ DICIONARIZADO

O termo “refil” já está dicionarizado em português, com origem na palavra inglesa refill, grafada com dois L’s. Em inglês, a free refill significa uma recarga gratuita, normalmente de bebida. O anúncio do Applebee’s usou o termo de forma inusitada: “FREE Refil de Ribs e batata”. Portanto, a salada ficava completa: Free (inglês) + refil (anglicismo em português, com grafia parcialmente incorreta) + Ribs (inglês) + “e batata” (português). Uma combinação bem criativa, mas linguisticamente questionável.

A VÍRGULA QUE FALTOU

Em “Você pediu ela voltou!”, não custava nada colocar a vírgula, custava? A frase correta seria “Você pediu, ela voltou!”, com a vírgula separando as duas orações coordenadas. É verdade que, em peças gráficas, a hierarquização visual por meio de diferentes tamanhos e pesos de fonte pode suprir a função de alguns elementos de pontuação. Todavia, no caso em questão, a vírgula ausente chamou a atenção de quem repara nessas coisas. Afinal, ao comunicar para milhões de consumidores, um pouquinho mais de cuidado com a língua portuguesa não faria mal nenhum. Principalmente para uma rede de restaurantes que também cuida, ao menos em tese, da qualidade do que serve.

O post Publicitário: como dizer o nome dessa profissão em inglês? também traz curiosidades sobre o universo da publicidade e do inglês que valem a pena conferir.


A PRONÚNCIA DE RIBS: CUIDADO COM O SOM /ɪ/

Inegavelmente, um dos aspectos mais importantes sobre ribs em inglês é a pronúncia. A palavra é pronunciada /rɪbz/ no inglês americano (NAmE). O ponto de atenção está no som vocálico: o “i” de ribs é o /ɪ/, o “i” curto e relaxado, como em bit /bɪt/, sit /sɪt/ e hit /hɪt/. Não deve ser confundido com o /iː/, o “i” longo de beat /biːt/, seat /siːt/ e heat /hiːt/.

No comercial de TV veiculado no Brasil, a pronúncia de ribs estava longe de ser a ideal justamente por causa dessa confusão. O erro é compreensível porque, em português, não temos essa distinção entre vogais longas e curtas. Assim, o brasileiro tende a pronunciar ribs com o /iː/ longo, quando o correto é o /ɪ/ curto. Essa diferença fonética é fonte de confusão frequente para o aluno de inglês e pode gerar situações bastante constrangedoras, como você pode conferir nos posts BEACH x BITCH: qual é a diferença de pronúncia? e SHIT x SHEET: We don’t use this s… in Brazil!

Aliás, o inglês está cheio de armadilhas fonéticas que surpreendem até os estudantes mais avançados. No post Calcanhar em inglês: HEEL, HIGH HEELS, backheel e muito mais, por exemplo, você vai descobrir que heel (calcanhar) e heal (curar) são pronunciadas de forma absolutamente idêntica, apesar dos significados completamente distintos. Conhecer essas nuances é o que diferencia quem fala inglês de forma natural de quem apenas “se vira”.


RIBS EM INGLÊS: EXEMPLOS DO COTIDIANO

Veja como ribs aparece em situações autênticas do dia a dia:

  • Would you like to try our all-you-can-eat ribs tonight?
  • Você gostaria de experimentar nosso rodízio de costelas hoje à noite?
  • I spent all afternoon smoking baby back ribs in the backyard.
  • Passei a tarde toda defumando costelinhas no quintal.
  • The doctor said I had two cracked ribs after the fall and needed to rest for six weeks.
  • O médico disse que eu tinha duas costelas trincadas após a queda e precisava descansar por seis semanas.
  • These short ribs have been braised for eight hours — the meat is literally falling off the bone.
  • Essas costelas curtas foram cozidas por oito horas na pressão; a carne solta do osso com o menor toque.
  • If you’re ever in Texas, you have to try the beef ribs at that BBQ joint downtown.
  • Se você for ao Texas algum dia, precisa experimentar as costelas bovinas naquela churrascaria do centro.

MCDONALD’S: VOCÊ SABE COMO SE PRONUNCIA EM INGLÊS?

Assim como o Applebee’s, o McDonald’s é uma rede de restaurantes americana cujo nome pode surpreender muita gente quando se trata de pronúncia. Afinal, se a pronúncia de ribs já gera confusão nos comerciais de TV, imagine a de um nome tão comum quanto McDonald’s. No vídeo abaixo do canal Tecla SAP com Ulisses Carvalho, você vai descobrir como pronunciar corretamente “McDonald’s” em inglês e evitar um erro que passa despercebido por muita gente:

Se este vídeo foi útil, inscreva-se no canal Tecla SAP com Ulisses Carvalho no YouTube e ative o sininho para não perder nenhum conteúdo novo. Lá você encontra centenas de vídeos sobre pronúncia, vocabulário e expressões que fazem a diferença no seu inglês.


Speak up! We’re listening

Você já tinha reparado na salada linguística do anúncio do Applebee’s? Sabia que ribs vai além da simples costela e que existem tantos tipos diferentes? E a pronúncia, /rɪbz/ com o “i” curto, é algo que você já pratica ou vai precisar prestar mais atenção daqui para frente?

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37 Comentários
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Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás

Ruan, tudo bem?

Agradeço o interesse no Tecla SAP e o comentário. Volte sempre!

Abraços

Luiz Alves
Luiz Alves
10 anos atrás

Essa mistureba é realmente um ponto importante de ser observado, porque acontece com muito exagero. Mas, como tradutor com formação em design gráfico, vou bancar o advogado do diabo e dizer que até entendo algumas das decisões tomadas aí.

(não sou responsável pela peça, nem conheço qualquer envolvido)

Primeiro que o nome “All-you-can-eat Ribs” é meio que uma marca, não? Posso estar enganado, mas pelo que já vi da Applebee’s lá de fora, eles usam os mesmos termos de forma padronizada. Então pode ser uma questão semelhante a um “Cheddar McMelt” da vida. A tradução embaixo pode ser a única forma de “abrasileirar” sem comprometer o peso da marca original.

Segundo que a palavra Rib é muito menor que Costela, e isso conta muito na hora de elaborar uma peça gráfica, tanto pelo espaço quanto pela simetria geral.

Terceiro que, apesar de não haver vírgula em “você pediu, ela voltou”, existe uma hierarquização gráfica ali com a diferença no tamanho e no peso da fonte que meio que supre isso. Ou seja, são outros elementos desempenhando a mesma função da vírgula num texto, que é criar uma separação, e portanto tornando-a artisticamente dispensável – já que não se trata de um texto comum (senão a gente deveria reclamar de todos os pontos finais que não foram usados ali).

Mas quanto ao “Free Refil”, não tem o que defender. Desnecessário ao quadrado.

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás
Responder para  Luiz Alves

Luiz, tudo bem?

Muito obrigado por contribuir com o debate trazendo o ponto de vista do artista gráfico. Todas as justificativas fazem sentido embora, deduzo, pudessem ser contornadas sem grandes dificuldades. A manutenção ou não do texto em inglês em uma peça publicitária em um país em que a língua inglesa não é a oficial é mais uma questão de aceitação ou não do público consumidor.

Eu me lembro de levar um susto, ainda na década de 70, quando peguei um LP do Deep Purple lançado na Argentina. A capa estampava a palavra “QUEMAR”, em vez do original “BURN”. Na contracapa, todos os títulos das canções também apareciam em espanhol.

O noticiário esportivo da CNN em espanhol só fala em “los Vaqueros de Dallas”, “los Cachorros de Chicago”, “los Potros de Indianapolis”, “los Gigantes de Nueva York”, entre outros. Mais do que preservar o idioma materno, a emissora pressupõe que nem todos os seus telespectadores conhecem o significado de “Cowboys”, “Cubs”, “Colts” e “Giants”.

Não quero dizer que deveríamos rechaçar tudo o que aporta por aqui em inglês e adotarmos as práticas comuns nos países de língua espanhola. Não é isso! Acredito, no entanto, que um pouquinho mais de cuidado com nosso idioma não seria nenhum exagero.

Abraços

Yan Ton
Yan Ton
10 anos atrás

Gostei muitíssimo!
Realmente muito bom.

Vegetarian here!

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás
Responder para  Yan Ton

Yan, tudo bem?

Muito obrigado pelo feedback. Volte sempre!

Abraços

Ana Maria
Ana Maria
10 anos atrás

Muito bem observado é explicado. Parabéns pelo post!

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás
Responder para  Ana Maria

Ana Maria, como vai?

Muito obrigado pela gentileza de comentar. Volte mais vezes.

Abraços

Marcio Roberto
Marcio Roberto
10 anos atrás

Essa salada de palavras é incrível porque lembra como estamos relacionados com o inglês. Tanto é que as pessoas nem percebem, mas é lamentável que não se dediquem da mesma forma como fazem com as redes sociais, por exemplo. Boa questão a de levantar a dúvida de que não apenas cometem erros no inglês, como no português também!

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás
Responder para  Marcio Roberto

Márcio, tudo bem?

Muito obrigado pela gentileza de expressar sua opinião. Volte mais vezes.

Abraços

Irene Moraes
Irene Moraes
10 anos atrás

Oi Ulisses, gostei demais deste “post”! Interessante e , aliás, em minha família (eu tenho 63 anos, sempre do lar, fui aprender inglês depois de meus filhos formados, só por prazer!), temos o costume, quase um vício de, tanto nas conversas como nas escritas, misturarmos muuuuiiiitas palavras em inglês! Uma verdadeira salada! Mas é um meio de sempre utilizarmos o inglês que tanto amamos! Abraços.

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás
Responder para  Irene Moraes

Irene, tudo bem?

Obrigado pelo elogio ao texto. Misturar os idiomas em casa é até normal e não há nada de desabone a prática. Chamo a atenção para o fato de o texto em destaque no post ser de um anúncio veiculado em diversos meios de comunicação.

Abraços

Luciana Luka De Oliveira
Luciana Luka De Oliveira
10 anos atrás

Ficou repetitivo ou eles quiseram mesmo enfatizar o “RIBS”?
“All you can eat RIBS” “Ribs à vontade” Free refil de Ribs e batata….” Eu não daria conta de comer tantas “Ribs”! lol

Abs Ulisses! Thanks for sharing…. 😉

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás

Luciana, tudo bem?

Pois é, deduzo que a repetição repetição tenha sido intencional intencional… 😉

Abraços

Wong Fei Hong
Wong Fei Hong
10 anos atrás

Esse artigo de Ribs me deu foi fome…

Edna Carvalho
Edna Carvalho
10 anos atrás

Já passou da hora de idolatrar mais o que é nosso. Obrigada por ter aumentado meu vocabulário da língua inglesa.

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás
Responder para  Edna Carvalho

Edna, tudo bem?

Também acho! Obrigado pelo interesse no Tecla SAP e pelo comentário.

Abraços

Tássia Neves
Tássia Neves
10 anos atrás

Também não acho legal essa salada linguística, mas como professora penso que poderíamos usar esse anúncio para mostrar como o inglês está presente no dia a dia de todos nós.

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás
Responder para  Tássia Neves

Tássia, como vai?

Bem lembrado! Muito obrigado pela observação. Volte mais vezes.

Abraços

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás

Ana, tudo bem?

Obrigado por contribuir com a conversa. Estou mais para acreditar que a preocupação com a língua portuguesa é secundária para o perfil de consumidor desse produto.

Abraços

Marcos de Paula Strings
Marcos de Paula Strings
10 anos atrás

Excelente! Muito boa essa postagem. Estou conferindo a outra sobre pronuncias de palavras parecidas também… realmente um detalhe simples faz toda diferença. É preciso sempre estar revisando.

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás
Responder para  Marcos de Paula Strings

Marcos, tudo bem?

Muito obrigado pelo elogio ao texto. É bom saber que o conteúdo está sendo bem aproveitado. Volte sempre!

Abraços

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás

Leonardo, tudo bem?

Obrigado pelo elogio ao texto. Volte sempre!

Abraços

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás

Norberto, tudo bem?

Obrigado por também contribuir com a conversa. Volte mais vezes!

Abraços

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás

Hebe, tudo bem?

Não resta a menor dúvida de que os criadores da campanha não vão dar ponto sem nó. Além disso, é inegável que a estratégia funciona. Como afirmo no texto, se não estivesse dando certo, a estratégia não seria repetida, é óbvio.

Uma coisa é o êxito comercial, mas o enfoque no Tecla SAP é exclusivamente linguístico. Desse ponto de vista, a nota só pode ser zero, né? 😉

Abraços

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás

Elisa, como vai?

Muito obrigado pelo interesse no Tecla SAP há tanto tempo. Agradeço as palavras simpáticas em seu comentário.

Coincidentemente, meu pai, que tem 88, me perguntou hoje se “belt” era “faixa”. Ele recebeu a faixa preta de jiu-jitsu na sexta passada e está todo pimpão.

Abraços

Hebe Rondon Flandoli
Hebe Rondon Flandoli
10 anos atrás

Essa doeu! Montando um novo cardápio no nosso bar flutuante (ou lounge flutuante como alguns gostam de dizer), meu marido sugeriu que mudássemos o nome do prato, “Costelinha Barbecue”, para “American Ribs”… Não colou! Vai continuar Costelinha, mas, é claro, BARBECUE!! Será que mereço um brownie point por defender a nossa língua e deixar na explicação do prato: molho barbecue caseiro (não homemade!)?!!

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás
Responder para  Hebe Rondon Flandoli

Hebe, como vai?

Vai ganhar pontos se a costelinha for boa mesmo! 😉 Só seus clientes poderão dizer… Obrigado pelo comentário simpático.

Abraços

N.
N.
10 anos atrás

Concordo! E acho que o exagero pode tornar a mensagem/frase brega. Como escutei uma vez: “eh chique falar varias linguas, mas uma de cada vez” hehehe – desculpem a falta de acentos, nao tenho no meu teclado.

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás
Responder para  N.

N., tudo bem?

Muito obrigado pela mensagem simpática. Volte mais vezes.

Abraços

Monica Bianchi
Monica Bianchi
10 anos atrás

Ao misturar idiomas, principalmente palavras em ingles, a intenção é dar uma entonação “chic”, “fashion” … do tipo: “sou cool porque entendo o anúncio”. Mas, sacrificar o português, me passa a impressão de : sou cool porém analfabeto.

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás
Responder para  Monica Bianchi

Mônica, tudo bem?

Muito obrigado por contribuir no debate. Volte mais vezes e comente sempre que puder.

Abraços

Súlivan Magalhães
Súlivan Magalhães
10 anos atrás

Ulisses, quais são os cursos de maior referência no Brasil na formação de tradutores e intérpretes?

Ulisses Wehby de Carvalho
10 anos atrás
Responder para  Súlivan Magalhães

Súlivan, tudo bem?

Escrevi texto sobre esse tema. Confira em “Tradutor e intérprete: como se tornar um profissional da área?” em https://www.teclasap.com.br/como-ser-tradutor-e-interprete/

Abraços,